Preá, meu amor.

Preá, meu amor.

sábado, 30 de novembro de 2013

ADEUS MINHA MEIGA CÉCI



CÉCI PARTIU E ME ESPERA 
NA PONTE DO ARCO IRIS


Mais uma vez uma amiga me 
diz adeus este ano. Depois de quase 8 anos ao meu lado, 
Céci precisou descansar.
Céci foi abandonada a 8 anos atrás no meu local de trabalho, simplesmente a deixaram aq...ui, entraram por uma porta e sairam pela outra, Céci esperou o dia inteiro para que seu dono voltasse, mas ele não voltou. A levei para casa e 8 anos se passaram. Ná época Céci ja era adulta e deveria ter talvez uns três anos de idade, teria então, agora, possivelmente 11 anos.
Alguns anos depois, devido a um tumor que foi removido e por um problema de tiróide, Céci começou a engordar.
Nos dois últimos anos Céci não parou de engordar e chegou ao seu limite, mesmo comendo pouco, ela simplesmente continuava engordar. Nas últimas semanas não conseguia mais caminhar direito, se cansava facilmente e até desitiu de seus passeios diários, eu sabia que ela estava me dizendo adeus, via isso em seus olhos. Ontem de noite ela adormeceu, simplemente adormeceu e foi me esperar, junto de Felipão, Kika, Chikita, Pitchulinha, Gracioso e tantos outros, na Ponte do Arco Iris, onde um dia, acredito nisso, irei rever e reencontrar todos eles.
(Siegmar)

Tikinha

TIKINHA 1998 - 2013

15 anos de companhia. Menina travessa, quantos sofás roídos e rasgados, quanta alegria e quanta energia, até o fim. Agosto de 2008, me lembro agora, como se fosse ontem. Fui buscar você e de imediato você virou o brinquedo da menina Xiquita e da Kika. Nunca brigaram, sempre passeando juntas. 
Neste momento você novamente esta junto com a Xiquita e a Kika.
Elas foram antes, mas você foi adiante, nem um derrame a dois anos derrubou você, mas os dias de idade chegaram, mas foram gratos a você.
Sentirei falta dos teus roncos, eram tão altos, que mesmo no tempo em você dormia fora de casa, eu precisei muitas vezes te acordar, para eu conseguir dormir, sentirei falta dos teus latidos, teus sorrisos, sim, pois você era um cão que as vezes sorria.
Mas nos reencontraremos e um dia atravessaremos junto aquela ponte da qual te falei, todos nós, juntos novamente.
PARA TIKINHA - 1998 - 2013


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

FLAMENGO TRI CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL - 2013


27 de novembro de 2013 foi um dia muito especial para o FLAMENGO e para toda sua torcida, a maior do mundo, sem dúvida alguma. Também foi um dia especial para seu capitão, Léo Moura. Ele sonhava levantar a taça, pois além de ser, para mim, o melhor jogador do FLAMENGO, ele é flamenguista de coração. Acho que ele mereceu esta honra. Chorei de alegria e emoção quando ao final do jogo vi meu MENGÃO ganhar por 2 x 0. Que felicidade!
MUITO OBRIGADA A DEUS por esta vitória e aos jogadores do meu MENGÃO. PARABÉNS.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

5 anos e 3 meses sem o Preá.



Hoje faz 5 anos e 3 meses que o Preá me deixou. Não canso de dizer que não o esqueço jamais e sinto muita saudade dele. Lembrar dele me faz muito bem. Lembro com amor e carinho. Agora ele mesmo vai contar o 3º capítulo e sua biografia:

Minha vida era sempre com o Jr. e o Rodrigo. Onde eles estavam lá estava eu. Então o Jr. foi trabalhar na Clínica Veterinária São Francisco de Assis e acabou arranjando uma cadela pitbull. Trouxe-a para casa e resulta que ela não ia com a minha cara, não sei porquê, afinal, sempre fui lindão! Eu não era trouxa. Comecei a sentir-me mal naquela casa. Continuava saindo com os rapazes, mas em vez de voltar para a casa, comecei a seguir o Rodrigo até a casa dele e ali eu estacionava. Ali viviam também a Petúnia, uma linda cadela e o Dulito, outro cão. Também vivia ali a Tere, que me dava comida para ver se eu ia para minha casa, mas eu não ia, então ela colocava-me no fusca e me levava para casa, deixava-me ali com um prato de comida. Quando eu tinha fome até comia, quando não, simplesmente me dirigia outra vez para a casa dela. Isso durou aproximadamente um mês, até que ela se cansou. Aconteceu um fato que fez com que ela pensasse melhor. Uma tarde eu apareci em frente a casa dela bem tonto. Ela achou que eu tinha sido atropelado, mas então passou uma vizinha e disse à Tere que eu estava drogado.Isso mesmo. Ela não queria acreditar, mas os piás fumavam maconha e sopravam dentro a minha boca. Claro que eu me viciei.É, pode parecer loucura, mas os humanos são capazes de muitas maldades com os animais e essa era uma delas. Isso me custou problemas estomacais para sempre. Ela levou-me no colo para casa e falou com a mão do Jr., mas claro que não adiantou de nada porque não ligavam para mim. A avó do Jr. chegou a dizer para a Tere que se eu estava incomodando, ela que chamasse a carrocinha para me levar. Já pensaram? A Tere então começou a perguntar se alguém queria ficar comigo.  Uma vizinha disse que queria ficar comigo, mas que um cão seu havia morrido de cinomose. A Tere então levou-me para vacinar. O Dr. Paulo disse que ela teria que ficar comigo por 15 dias, até a vacina fazer efeito. Após esses quinze dias a mulher veio buscar-me. Fui, mas tão logo cheguei, fiz a volta e lá estava eu em frente a casa da Tere. Após algumas tentativas as duas desistiram e eu passei a morar com a Tere, o Ro, a Petúnia e o Duli. Lógico que a Petúnia era a matriarca. Não me deixava fazer o que eu queria, mas eu estava feliz. Muito feliz.
No próximo mês vem o 4º capítulo.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Tigrinha.


Tigrinha, você era muito linda. Você foi para o Portal do Paraíso, mas deixou muita saudade. Que  olhar lindo você tinha. Poucas vezes nos vimos, mas eu a amava muito e estou muito triste com sua partida!

domingo, 6 de outubro de 2013

5 anos e 2 meses sem o Preá.


     Mais uma vez homenageio meu grande amigo Preá. Pretendo fazê-lo enquanto eu viver e puder usar o computador. Neste local ele ficou para sempre. Hoje tenho sempre flores neste lugar e uma saudade muito grande dentro do peito. Hoje ele vai contar mais um pouco de sua história.

"Criei-me ao lado de minha mãe, a Xuxa, na casa do Júnior. Andávamos pela rua o dia inteiro. Só íamos para casa na hora da comida e quando estávamos cansados e queríamos dormir. Onde o Júnior ia, lá íamos nós também, em fila indiana, Júnior, mamãe e eu. Quando a piazada ia procurar paina para fazer raia, lá estava eu, pulando de um lado para o outro e isto me rendeu o nome Preá. Era muito divertido. Outra coisa que eu gostava era de ir à noite para a rua com Júnior, o Rodrigo e outros. Íamos a um bar que tinha na rua Roraima. Ali eu tinha uma cadeira para sentar enquanto eles ficavam jogando conversa fora. O dono do bar me dava coxinhas para comer. É, é isso mesmo! Um dia chegou um bebum e quando me viu na cadeira deu um pontapé nela para derrubar- me. O dono do bar botou-o para fora. Senti-me vingado.
Depois de mim, mamãe não teve outros filhos e morreu atropelada na própria rua Roraima. Fiquei muito triste pois havia perdido minha companheira e mãe.
Ali no bairro todos me conheciam. Eu era muito popular, com certeza o sujeito mais popular da região. Continuei andando com o Júnior e o Rodrigo.
Certa vez, estávamos indo pela rua Engº Costa Barros. Resolvi atravessá-la. Vinha um carro...freada...que susto! Quase morri. Me restou um rabo quebrado. O carro que vinha atrás dele teve que frear também e bateu em sua traseira. Jr. e Ro, quando viram, saíram de fininho e eu atrás deles. Eles diziam: vá embora, Preá!  O dono do carro perguntou a eles se me conheciam e eles, muito "caras de pau ", disseram que não. Num primeiro momento não entendi porque me negar, mas, depois de refletir um pouco, descobri porquê.
Fui para casa.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Zeus, você deixou muita saudade!



Hoje o Zeus nos disse adeus. Ele descansou depois de quatro meses com neoplasia óssea. Agora nos últimos dias ele tinha dor, dava para perceber porque ele dava a pata com problema para nos segurarmos. Há uns 3 ou 4 dias já não queria comer e começava a arfar como se estivesse muito cansado. Descansou e fico feliz que tenha sido assim, mas sentirei muita saudade dele, porque há anos eu o alimentava pela grade do jardim e ele me devolvia muito carinho por ali também. Aprendi amá-lo, mesmo ele não sendo meu.  Ele era muito meigo e lindo. Não tenho mais palavras....

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Mi Aldehuela querida!


Hoy vuelvo a hablar de Aldehuela, pero és para contar como fue la primera vez que estive en este pueblo de sueños. Eso fue en julio de 1968. Fuimos mi marido Joaquin, mi hijo Leonel que tenia 4 años y yo. Estuvimos unos dias en Godelleta, en casa de Trini y Vicente. Alli vivia también mi suegra Facunda, el tio Nicanor y Amparo, hija de Trini.
Subimos a Aldehuela em meados de julio, para las fiestas de San Miguel, patrono de Aldehuela. Mi suegra fue con Trini y familia en un coche y nosotros fuimos con Serafin, Mercedes, Miguelin y Maria José en otro. Cuando estavamos llegando mi cuñado Serafin me dijo: "Ahy tienes Aldehuela".
Fue la imagen más bella que he visto. El pueblecito sobre un monte. La iglesia despontando maravillosa, imponente. Subimos una callecica, pasamos por la ermita de San Miguel y estavamos en la calle Mayor. Paramos en la casa de Plácido y Teresa, primos de Joaquin. Cuantos recuerdos! Entramos en una sala grande y me deparé con una casa en estilo medieval, hecha de piedras, como todas las otras del pueblo. En la pared havia un cuadro que enseñava un niño que sube una escalera. A cada escalón el ficava más viejo. Cuando llega a los quarenta años esta en el topo de la escalera, entonces empeza a bajar y se vá quedando más viejo a cada escalón.
Bajando la calle Mayor, pasamos por la fuente, el sitio que más me gusta en Aldehuelal, y fuimos a casa de mi suegra, que nos esperaba en la hera, la cual estaba rellena de flores rojas. Mi suegra cogió una y me la dió. La guardé en un libro. Ella era una mujer maravillosa, muy sencilla. Una vez nos escribió una carta y decia: " Quisiera ser una paloma para poder volar sobre el oceano y abraçarlos".
Entramos en la casa y la emoción fue muy fuerte. Era como se yo siempre hubiera vivido ally. La larera, las paredes... todo era muy peculiar. Fui a la habitación de mi suegra y cuando vi la ventana sobre el balcón no pude dejar de llorar. En otros tiempos, la planta baja era para guardar los animales, Acima, la parte donde vivian los de la casa y arriba donde guardavan la cosecha.
Pasamos alli cerca de un mes y a cada dia me sorpreendia con cosas distintas y interesantes.  A Leonel le gustava pasear de burrico.  Cogiamos agua en la fuente y astad hoy me parece el hogar que  más me toca en Aldehuela. Hice amistad con todos del pueblo. Ellos hacen parte de mi vida. És muy bueno volver alli y abrazar a todos.
Fue muy triste el dia que dejamos Aldehuela. Mi marido cumplia 40 años.
Nunca más vi mi suegra. Mi marido aún la vio en 1983, cuando fue con el otro hijo nuestro, el Rodrigo, que tenia entonces 8 años y queria conocer la abuela.
Ella murió en 1987, con 91 años.
Estuve alli otras veces y siempre pasé bien. Me gustaria volver, pero no sé si sera posible.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Moralizando a política nacional.

                                       Moralização da política nacional.

Imaginem se para isso fossem importados políticos de outros países. Mas, alguns dirão: mas aqui não faltam políticos, pelo contrário, sobram.
O problema é que quando tem uma votação importante eles faltam e assim o projeto em questão não é aprovado.
Os políticos estrangeiros viriam para cá nas seguintes condições:
- trabalhar 8 horas diárias, de segunda a sexta-feira:
- apenas 30 dias de férias por ano, sem direito a recesso:
- salário de R$ 5.000,00, sem ajuda para moradia, vestimenta, viagens, etc...
- estarem presentes em todas a sessões da câmara e votar em todos os projetos, dando a cara a tapa:
- se, por acaso, algum deles se corromper, será enviado imediatamente ao seu país de origem, onde deverá    ser julgado e condenado.
Alguma coisa contra?

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

5 anos e 1 mês sem o Preá.


Hoje completa 5 anos e 1 mês que o meu amado Preá morreu. Quando olho sua foto tenho vontade de beijá-lo, abraçá-lo, enfim.... é uma saudade muito grande. Ele foi muito importante em minha vida, por isso, a partir de hoje quero inicial a história de sua vida. Não poderá ser feito tudo numa postagem só, então eu colocarei um pouco hoje, outro pouco outro dia e assim farei, ou melhor, ele mesmo fará pois ele mesmo contará sua história.

Vou contar  a vocês alguns fatos ocorridos comigo durante a minha vida.
Nasci ao anoitecer do dia 06 de abril de 1991. Era aniversário do filho mais novo da dona da casa. Ali estavam o Júnior, filho mais velho da dona da casa e o Rodrigo, amigo dele. Minha mães, a Xuxa, teve cinco filhos naquele dia, quatro pretos e eu champanhe. Diz o Rodrigo que eu nasci cheio de pulgas até em volta dos olhos.  Meu Deus, que horror.
Com o tempo deram os outros quatro. Fiquei eu. Bom, acho que já deu para perceber que sou um cão. Minha mãe era cinza, pequena, um misto de poodle e vira-latas. Era uma graça. Parecia que tinha um saiote de bailarina, pois os pelos traseiros eram alvoroçados.
Como já disse, eu sou champanhe. Tenho uma leve semelhança com terrier pelo duro, um pouco de poodle e o resto é vira-latas mesmo, mas sou lindo... Mas, o meu pelo, pela madrugada, da metade do corpo para a frente é uma verdadeira lã, enrolado, difícil de pentear. Da metade para trás é duro. Sou lindo. Minha atual dona, a Tere, diz isso a todo momento e eu já me convenci. Tenho tufos de pelos nos olhos, o que faz com que as pessoas tenham dificuldade em ver meus lindos e grandes olhos escuros.

Bom, hoje vou parar aqui. Outro dia continuo. Tenho coisas incríveis para contar.

Preá.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Apresentando a Negrinha


Bom, esta é a Negrinha. Eu a vi pela primeira vez quando voltava de um passeio com o Preá. Ela vinha em direção ao Centro Social Cajuru. Imediatamente vi que era uma cadelinha abandonada.
No dia seguinte, quando saí com o Preá novamente, lá estava ela parada a uns cem metros da minha casa. Falei com o morador da casa em frente e perguntei-lhe se sabia de alguém que quisesse ficar com ela. Ele me respondeu que ninguém iria querê-la pois era fêmea. Respondi-lhe então que eu pagaria castração, daria casinha e comida para ela se alguém a adotasse. Imediatamente ele disse que ficaria com ela. No dia seguinte ela foi castrada, comprei casinha e ração e ela passou a viver com aquela família. Um ano depois meu Preá morreu. Dois meses depois veio o dono dela com ela e com a família e disse-me que iria abandoná-la, simplesmente assim. Resolvi adotá-la e vive comigo até hoje, faz cinco anos.
É uma cadela meiga, carinhosa, gentil. Minha grande amiga. Tá certo, quando vai passear me dá um pouco de trabalho, pois gosta de escolher o caminho, mas.... tudo bem. Eu a amo muito.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Encrenca se apresentando.


Oi! Tudo bem? Como vocês podem ver, nasci cachorro e me conservo assim até hoje. Sou baixinho e como dizem que todo baixinho é invocado, eu também sou, mas sou boa praça, é só me fazer um carinho e me compra.
Não posso dizer a vocês que tive uma vida horrível, pois eu tive uma dona que dizia que gostava de mim. Um dia disse que teria que mudar de casa e para onde iria não aceitavam cachorros, (meu Deus, esses humanos têm cada uma) então ela me deu para um senhor idoso, mas boa gente, que me levava passear todos os dias na guia.
Foi através desses passeios que conheci minha atual dona, a Teresa. Hoje eu a chamo mamã, por isso sempre que eu disser mamã estou me referindo a ela. Ela saia passear com o cachorro que tinha na época, o Preá. E sei que ela o amava muito. Dava para ver como ela olhava para ele. Eu confesso que sentia inveja dele.
Não sei porquê, meu véinho deixou de passear comigo, mas me deixava sair sozinho. Comecei então minhas andanças pelo bairro, conhecendo tudo e todos, principalmente os da minha espécie. Sempre encontrava mamã com o Preá, mas nunca fui louco de me meter com ele.
Um dia o Preá morreu e sei que mamã sofreu muito. A partir dai ela começou ir para o colégio a pé e passava na frente da minha casa. Pensei: que ótima oportunidade para fazer amizade. Comecei então a acompanhá-la ao colégio, mas ela voltava e pedia para meu dono me recolher. Bom, então passei a esperá-la onze e meia, quando ela voltava. Lá estava eu esperando e vinha com ela até em casa. Isso era todos os dias.
Algum tempo depois mamã adotou a Negrinha, uma cadela que foi abandonada pelo dono. À tarde ela saía passear com a Negrinha e eu aproveitava para ir junto, só que às vezes eu aprontava alguma e mamã dizia que eu só aprontava encrenca. Alguns meses depois resolvi abandonar meu lar. Peguei  minhas cuequinhas, coloquei numa mala e me mudei para a frente da casa de mamã. Claro que eu dormia na rua. Comida e água ela me dava. Algum tempo depois,  como eu previa, ela abriu o portão e me deixou entrar. Que felicidade!
A partir daí passei a fazer parte da família, ou seja, mamã, Negrinha e eu. Passei também a ser chamado de Encrenca. Muitos acham que este nome é feio, mas eu confesso que gosto. Acho um nome de "macho com CHO maíusculo". Quando saímos e vou atrás dos outros garotos para verificar seus documentos,  vou rosnando. Então mamã fala: Encrenca!!! Os outros logo pensam: Nossa! deve ser uma fera. Logo se acalmam e eu me sinto o todo poderoso. Sou baixinho mas não sou covarde. Este nome é muito legal!
Bom, hoje foi só para vocês me conhecerem. Outro dia, talvez eu conte algumas peripécias minhas.
Ciao. Encrenca.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

5 anos sem o Preá.


Eis aí o meu garotão, Preá, pouco tempo antes de morrer. Hoje completa 5 anos que ele se foi, deixando muita saudade e um vazio imenso em minha vida. Sei que alguns podem pensar que sou louca, mas este cão foi um grande amigo que tive e eu o amei muito, muito... Posso ter outros cães, e até, já tive outros antes dele, aos quais amei muito também, mas os anos de convivência com ele foram quando eu estava sozinha e ele foi um grande companheiro nas horas de solidão. Preá, meu amor, sinto muita saudade de você.

sábado, 20 de julho de 2013

Respeite-me!

         
                                                                     Sem  mais  palavras.

domingo, 14 de julho de 2013






Claro que não vai para a cadeia!
Vocês, por acaso, chegaram a pensar nisso?










sábado, 6 de julho de 2013

4 anos e 11 meses sem o Preá.


Hoje completa 4 anos e 11 meses sem o  Preá e, como já tenho dita muitas vezes, não o esqueço nunca. Pelo contrário, parece que quanto mais o tempo passa, mais saudade eu tenho dele. Sinto falta de acariciá-lo, de sair com ele, de colocá-lo no meu ombro para que olhasse a rua. Sei que nunca mais poderei fazer isso, então tenho que me conformar com a saudade que é muito grande!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A Pátria de chuteiras!

A Pátria de chuteiras (ministros e funcionários públicos federais) se deslocaram de onde estavam até os campos de futebol de jatinhos da FAB. Muito legal porque eles ainda tinham direito a "bolsa copa.
A Pátria sem chuteiras ficou reclamando nas ruas, sem direito a jatinhos nem "bolsa porcaria nenhuma".=
O Brasil vai de vento em popa.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Que tal?



                                QUEM  ACHOU  UM  CAMINHO?    PARA  PENSAR!






sexta-feira, 21 de junho de 2013





O ministro Gilberto Carvalho, após reunião de governo, deu entrevista dizendo que não entende as razões das manifestações de protesto de ontem.
O Jô Soares mais tarde se encarregou de explicar centavo por centavo as razões do surto da Galera. Será que agora perceberão !!!

JÔ Explica....

Pra quem não entendeu ainda: os vinte centavos, um por um:

00,01 - a corrupção
00,02 - a impunidade
00,03 - a violência urbana
00,04 - a ameaça da volta da inflação
00,05 - a quantidade de impostos que pagamos sem ter nada em troca
00,06 - o baixo salário dos professores e médicos do estado
00,07 - o alto salário dos políticos
00,08 - a falta de uma oposição ao governo
00,09 - a falta de vergonha na cara dos governantes
00,10 - as nossas escolas e a falta de educação
00,11 - os nossos hospitais e a falta de um sistema de saúde digno
00,12 - as nossas estradas e a ineficiência do transporte público
00,13 - a prática da troca de votos por cargos públicos nos centros de poder que causa distorções
00,14 - a troca de votos da população menos esclarecida por pequenas melhorias públicas (pagas com dinheiro público) que coloca sempre os mesmos nomes no poder
00,15 - políticos condenados pela justiça ainda na ativa
00,16 - os mensaleiros terem sido julgados, condenados e ainda estarem livres
00,17 - partidos que parecem quadrilhas
00,18 - o preço dos estádios para a copa do mundo, o superfaturamento e a má qualidade das obras públicas
00,19 - a mídia tendenciosa e vendida
00,20 - a percepção que não somos representados pelos nossos governantes

Se precisarem tenho outros vinte centavos aqui, é só pedir.




sexta-feira, 7 de junho de 2013

1ª Campanha Municipal Gratuita de Castração de Cães.

Com o objetivo de esterilizar 6 mil cães pertencentes a famílias de baixa renda de Curitiba no prazo de um ano, tem início nesta quarta-feira (5) a 1º Campanha Municipal Gratuita de Castração de Cães.
A campanha é  dirigida a cães pertencentes a famílias em situação de vulnerabilidade social cadastradas em programas da Fundação de Ação Social e também famílias realocadas pela Cohab de áreas de risco. Protetores independentes que atendem cães em situação de risco também serão atendidos pela campanha.
A equipe da Rede de Defesa e Proteção Animal irá agendar os procedimentos, que serão realizados em três clínicas conveniadas.
“Nossas principais metas são o combate aos maus tratos, o investimento na educação com foco na proteção animal e as castrações”, afirma o diretor do Departamento de Pesquisa e Conservação de Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Alexander Biondo.
Lançada no fim de 2012, a 1º  Campanha Municipal Gratuita de Castração de Cães habilitou três clínicas, após processo licitatório. O valor investido pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente é  R$ 1,2 milhão -recursos do Fundo Municipal do Meio Ambiente.
As clínicas e hospitais contratados, além da cirurgia de esterilização, devem arcar com exames e medicamentos. O procedimento cirúrgico será  feito em cães de ambos os sexos com no mínimo 150 dias de idade, não existindo idade máxima do animal para a realização da cirurgia.

(Fonte - Edição de ontem do jornal Paraná Online)

Comentário:

Acho ótima esta campanha, só não sei se será levada adiante, pois quando se trata de castração gratuita de cães, geralmente não acontece.
Outra problema é que a maioria das pessoas que precisam desta castração não se dispõem a levar seus animais até o veterinário. Acham que os outros têm esta obrigação.
Espero realmente que funcione, pois o que tem cães abandonados em Curitiba é assustador.
Se um dia as pessoas conseguirem perceber quanta alegria e felicidade um cão nos proporciona, talvez parem de abandoná-los à sua própria sorte, para morrerem de fome, sede, atropelados ou assassinados por indivíduos sem caráter.