Preá, meu amor.

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sábado, 30 de novembro de 2013

Tikinha

TIKINHA 1998 - 2013

15 anos de companhia. Menina travessa, quantos sofás roídos e rasgados, quanta alegria e quanta energia, até o fim. Agosto de 2008, me lembro agora, como se fosse ontem. Fui buscar você e de imediato você virou o brinquedo da menina Xiquita e da Kika. Nunca brigaram, sempre passeando juntas. 
Neste momento você novamente esta junto com a Xiquita e a Kika.
Elas foram antes, mas você foi adiante, nem um derrame a dois anos derrubou você, mas os dias de idade chegaram, mas foram gratos a você.
Sentirei falta dos teus roncos, eram tão altos, que mesmo no tempo em você dormia fora de casa, eu precisei muitas vezes te acordar, para eu conseguir dormir, sentirei falta dos teus latidos, teus sorrisos, sim, pois você era um cão que as vezes sorria.
Mas nos reencontraremos e um dia atravessaremos junto aquela ponte da qual te falei, todos nós, juntos novamente.
PARA TIKINHA - 1998 - 2013


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

5 anos e 3 meses sem o Preá.



Hoje faz 5 anos e 3 meses que o Preá me deixou. Não canso de dizer que não o esqueço jamais e sinto muita saudade dele. Lembrar dele me faz muito bem. Lembro com amor e carinho. Agora ele mesmo vai contar o 3º capítulo e sua biografia:

Minha vida era sempre com o Jr. e o Rodrigo. Onde eles estavam lá estava eu. Então o Jr. foi trabalhar na Clínica Veterinária São Francisco de Assis e acabou arranjando uma cadela pitbull. Trouxe-a para casa e resulta que ela não ia com a minha cara, não sei porquê, afinal, sempre fui lindão! Eu não era trouxa. Comecei a sentir-me mal naquela casa. Continuava saindo com os rapazes, mas em vez de voltar para a casa, comecei a seguir o Rodrigo até a casa dele e ali eu estacionava. Ali viviam também a Petúnia, uma linda cadela e o Dulito, outro cão. Também vivia ali a Tere, que me dava comida para ver se eu ia para minha casa, mas eu não ia, então ela colocava-me no fusca e me levava para casa, deixava-me ali com um prato de comida. Quando eu tinha fome até comia, quando não, simplesmente me dirigia outra vez para a casa dela. Isso durou aproximadamente um mês, até que ela se cansou. Aconteceu um fato que fez com que ela pensasse melhor. Uma tarde eu apareci em frente a casa dela bem tonto. Ela achou que eu tinha sido atropelado, mas então passou uma vizinha e disse à Tere que eu estava drogado.Isso mesmo. Ela não queria acreditar, mas os piás fumavam maconha e sopravam dentro a minha boca. Claro que eu me viciei.É, pode parecer loucura, mas os humanos são capazes de muitas maldades com os animais e essa era uma delas. Isso me custou problemas estomacais para sempre. Ela levou-me no colo para casa e falou com a mão do Jr., mas claro que não adiantou de nada porque não ligavam para mim. A avó do Jr. chegou a dizer para a Tere que se eu estava incomodando, ela que chamasse a carrocinha para me levar. Já pensaram? A Tere então começou a perguntar se alguém queria ficar comigo.  Uma vizinha disse que queria ficar comigo, mas que um cão seu havia morrido de cinomose. A Tere então levou-me para vacinar. O Dr. Paulo disse que ela teria que ficar comigo por 15 dias, até a vacina fazer efeito. Após esses quinze dias a mulher veio buscar-me. Fui, mas tão logo cheguei, fiz a volta e lá estava eu em frente a casa da Tere. Após algumas tentativas as duas desistiram e eu passei a morar com a Tere, o Ro, a Petúnia e o Duli. Lógico que a Petúnia era a matriarca. Não me deixava fazer o que eu queria, mas eu estava feliz. Muito feliz.
No próximo mês vem o 4º capítulo.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Tigrinha.


Tigrinha, você era muito linda. Você foi para o Portal do Paraíso, mas deixou muita saudade. Que  olhar lindo você tinha. Poucas vezes nos vimos, mas eu a amava muito e estou muito triste com sua partida!

domingo, 6 de outubro de 2013

5 anos e 2 meses sem o Preá.


     Mais uma vez homenageio meu grande amigo Preá. Pretendo fazê-lo enquanto eu viver e puder usar o computador. Neste local ele ficou para sempre. Hoje tenho sempre flores neste lugar e uma saudade muito grande dentro do peito. Hoje ele vai contar mais um pouco de sua história.

"Criei-me ao lado de minha mãe, a Xuxa, na casa do Júnior. Andávamos pela rua o dia inteiro. Só íamos para casa na hora da comida e quando estávamos cansados e queríamos dormir. Onde o Júnior ia, lá íamos nós também, em fila indiana, Júnior, mamãe e eu. Quando a piazada ia procurar paina para fazer raia, lá estava eu, pulando de um lado para o outro e isto me rendeu o nome Preá. Era muito divertido. Outra coisa que eu gostava era de ir à noite para a rua com Júnior, o Rodrigo e outros. Íamos a um bar que tinha na rua Roraima. Ali eu tinha uma cadeira para sentar enquanto eles ficavam jogando conversa fora. O dono do bar me dava coxinhas para comer. É, é isso mesmo! Um dia chegou um bebum e quando me viu na cadeira deu um pontapé nela para derrubar- me. O dono do bar botou-o para fora. Senti-me vingado.
Depois de mim, mamãe não teve outros filhos e morreu atropelada na própria rua Roraima. Fiquei muito triste pois havia perdido minha companheira e mãe.
Ali no bairro todos me conheciam. Eu era muito popular, com certeza o sujeito mais popular da região. Continuei andando com o Júnior e o Rodrigo.
Certa vez, estávamos indo pela rua Engº Costa Barros. Resolvi atravessá-la. Vinha um carro...freada...que susto! Quase morri. Me restou um rabo quebrado. O carro que vinha atrás dele teve que frear também e bateu em sua traseira. Jr. e Ro, quando viram, saíram de fininho e eu atrás deles. Eles diziam: vá embora, Preá!  O dono do carro perguntou a eles se me conheciam e eles, muito "caras de pau ", disseram que não. Num primeiro momento não entendi porque me negar, mas, depois de refletir um pouco, descobri porquê.
Fui para casa.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Zeus, você deixou muita saudade!



Hoje o Zeus nos disse adeus. Ele descansou depois de quatro meses com neoplasia óssea. Agora nos últimos dias ele tinha dor, dava para perceber porque ele dava a pata com problema para nos segurarmos. Há uns 3 ou 4 dias já não queria comer e começava a arfar como se estivesse muito cansado. Descansou e fico feliz que tenha sido assim, mas sentirei muita saudade dele, porque há anos eu o alimentava pela grade do jardim e ele me devolvia muito carinho por ali também. Aprendi amá-lo, mesmo ele não sendo meu.  Ele era muito meigo e lindo. Não tenho mais palavras....

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

5 anos e 1 mês sem o Preá.


Hoje completa 5 anos e 1 mês que o meu amado Preá morreu. Quando olho sua foto tenho vontade de beijá-lo, abraçá-lo, enfim.... é uma saudade muito grande. Ele foi muito importante em minha vida, por isso, a partir de hoje quero inicial a história de sua vida. Não poderá ser feito tudo numa postagem só, então eu colocarei um pouco hoje, outro pouco outro dia e assim farei, ou melhor, ele mesmo fará pois ele mesmo contará sua história.

Vou contar  a vocês alguns fatos ocorridos comigo durante a minha vida.
Nasci ao anoitecer do dia 06 de abril de 1991. Era aniversário do filho mais novo da dona da casa. Ali estavam o Júnior, filho mais velho da dona da casa e o Rodrigo, amigo dele. Minha mães, a Xuxa, teve cinco filhos naquele dia, quatro pretos e eu champanhe. Diz o Rodrigo que eu nasci cheio de pulgas até em volta dos olhos.  Meu Deus, que horror.
Com o tempo deram os outros quatro. Fiquei eu. Bom, acho que já deu para perceber que sou um cão. Minha mãe era cinza, pequena, um misto de poodle e vira-latas. Era uma graça. Parecia que tinha um saiote de bailarina, pois os pelos traseiros eram alvoroçados.
Como já disse, eu sou champanhe. Tenho uma leve semelhança com terrier pelo duro, um pouco de poodle e o resto é vira-latas mesmo, mas sou lindo... Mas, o meu pelo, pela madrugada, da metade do corpo para a frente é uma verdadeira lã, enrolado, difícil de pentear. Da metade para trás é duro. Sou lindo. Minha atual dona, a Tere, diz isso a todo momento e eu já me convenci. Tenho tufos de pelos nos olhos, o que faz com que as pessoas tenham dificuldade em ver meus lindos e grandes olhos escuros.

Bom, hoje vou parar aqui. Outro dia continuo. Tenho coisas incríveis para contar.

Preá.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Apresentando a Negrinha


Bom, esta é a Negrinha. Eu a vi pela primeira vez quando voltava de um passeio com o Preá. Ela vinha em direção ao Centro Social Cajuru. Imediatamente vi que era uma cadelinha abandonada.
No dia seguinte, quando saí com o Preá novamente, lá estava ela parada a uns cem metros da minha casa. Falei com o morador da casa em frente e perguntei-lhe se sabia de alguém que quisesse ficar com ela. Ele me respondeu que ninguém iria querê-la pois era fêmea. Respondi-lhe então que eu pagaria castração, daria casinha e comida para ela se alguém a adotasse. Imediatamente ele disse que ficaria com ela. No dia seguinte ela foi castrada, comprei casinha e ração e ela passou a viver com aquela família. Um ano depois meu Preá morreu. Dois meses depois veio o dono dela com ela e com a família e disse-me que iria abandoná-la, simplesmente assim. Resolvi adotá-la e vive comigo até hoje, faz cinco anos.
É uma cadela meiga, carinhosa, gentil. Minha grande amiga. Tá certo, quando vai passear me dá um pouco de trabalho, pois gosta de escolher o caminho, mas.... tudo bem. Eu a amo muito.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Encrenca se apresentando.


Oi! Tudo bem? Como vocês podem ver, nasci cachorro e me conservo assim até hoje. Sou baixinho e como dizem que todo baixinho é invocado, eu também sou, mas sou boa praça, é só me fazer um carinho e me compra.
Não posso dizer a vocês que tive uma vida horrível, pois eu tive uma dona que dizia que gostava de mim. Um dia disse que teria que mudar de casa e para onde iria não aceitavam cachorros, (meu Deus, esses humanos têm cada uma) então ela me deu para um senhor idoso, mas boa gente, que me levava passear todos os dias na guia.
Foi através desses passeios que conheci minha atual dona, a Teresa. Hoje eu a chamo mamã, por isso sempre que eu disser mamã estou me referindo a ela. Ela saia passear com o cachorro que tinha na época, o Preá. E sei que ela o amava muito. Dava para ver como ela olhava para ele. Eu confesso que sentia inveja dele.
Não sei porquê, meu véinho deixou de passear comigo, mas me deixava sair sozinho. Comecei então minhas andanças pelo bairro, conhecendo tudo e todos, principalmente os da minha espécie. Sempre encontrava mamã com o Preá, mas nunca fui louco de me meter com ele.
Um dia o Preá morreu e sei que mamã sofreu muito. A partir dai ela começou ir para o colégio a pé e passava na frente da minha casa. Pensei: que ótima oportunidade para fazer amizade. Comecei então a acompanhá-la ao colégio, mas ela voltava e pedia para meu dono me recolher. Bom, então passei a esperá-la onze e meia, quando ela voltava. Lá estava eu esperando e vinha com ela até em casa. Isso era todos os dias.
Algum tempo depois mamã adotou a Negrinha, uma cadela que foi abandonada pelo dono. À tarde ela saía passear com a Negrinha e eu aproveitava para ir junto, só que às vezes eu aprontava alguma e mamã dizia que eu só aprontava encrenca. Alguns meses depois resolvi abandonar meu lar. Peguei  minhas cuequinhas, coloquei numa mala e me mudei para a frente da casa de mamã. Claro que eu dormia na rua. Comida e água ela me dava. Algum tempo depois,  como eu previa, ela abriu o portão e me deixou entrar. Que felicidade!
A partir daí passei a fazer parte da família, ou seja, mamã, Negrinha e eu. Passei também a ser chamado de Encrenca. Muitos acham que este nome é feio, mas eu confesso que gosto. Acho um nome de "macho com CHO maíusculo". Quando saímos e vou atrás dos outros garotos para verificar seus documentos,  vou rosnando. Então mamã fala: Encrenca!!! Os outros logo pensam: Nossa! deve ser uma fera. Logo se acalmam e eu me sinto o todo poderoso. Sou baixinho mas não sou covarde. Este nome é muito legal!
Bom, hoje foi só para vocês me conhecerem. Outro dia, talvez eu conte algumas peripécias minhas.
Ciao. Encrenca.

terça-feira, 7 de maio de 2013

ESCOLA MUNICIPAL PREFEITO OMAR SABBAG, DEPÓSITO DE CÃES ABANDONADOS

A Escola Municipal Prefeito Omar Sabbag, em Curitiba, virou depósito de cães abandonados. É rara a semana em que não aparecem cães abandonados. Desde filhotes até cães adultos. São pessoas sem escrúpulos, sem sentimentos de amor, respeito ou solidariedade, que simplesmente levam os filhotes da cadela que têm em casa e que não castram por falta de educação e de respeito para com os animais e com as pessoas que depois encontram esses filhotes jogados nas ruas, em frente a suas casas e, agora, na escola acima citada. Muita gente passa por esses animais abandonados, mas a maioria é como os que abandonaram. Simplesmente passam e se preciso for, dão um ponta-pé para afastá-los. Vêm então os que respeitam esses pequenos e acabam tendo que resgatá-los para que não fiquem expostos ao frio, à fome, à sede e aos maus tratos de parte da população.
Acho que é chegada a hora de cobrarmos dos nossos vereadores e do prefeito uma solução para este problema. A prefeitura precisa urgentemente preparar local para abrigar estes animais, castrá-los para evitar reprodução e tratá-los com dignidade.

Quanto ao projeto que está para votação, que pretende verificar as pessoas que abrigam mais de 10 cães, acho um absurdo. O que a prefeitura vai fazer com esses animais? Jogá-los na rua outra vez? Deixem isso de lado e procurem recolher os que estão nas ruas, sofrendo, sendo atropelados e provocando acidentes. Deveria haver também uma lei que punisse quem abandona ou maltrata animais, mas uma lei que realmente punisse. Não da maneira que está aí, ninguém que é denunciado é punido.

Bom, Curitiba quer sediar a Copa do Mundo de Futebol! Que exemplo daremos aos turistas que aqui vierem? Vamos vê-los tropeçando em animais maltratados pelas ruas da "cidade de primeiro mundo"?
(Teresa Ibañez)

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Felipão

Esta é uma homenagem ao Felipão, grande amigo do Sieg,  que partiu e deixou muita saudade no dia 19/02.

Foram seis anos  de convivência, mas que significaram muito para seu dono. Quando chega a hora de partir eles deixam muita saudade, mas sabemos que é assim e temos que nos conformar. Não consigo dizer mais nada.

Teresa Ibañez

terça-feira, 17 de abril de 2012

Plic e Ploc


Acordei com o choro dos filhotinhos.
Cinco horas da manhã, lá estavam eles.
Mal conseguem andar, mal conseguem se alimentar por conta própria. Ainda não desmamaram, recém abriram os pequenos olhos. Duvido que tenham completado 30 dias de vida.
Tremendo pelo frio da madrugada, se aqueciam como podiam.
Abandono e indiferença. Cansei de perguntar que espécie de gente é capaz de fazer isso. Abandonar filhotes que ainda precisariam mamar ao menos uns quinze dias.
Comeram um pouco, preciso reforçar o alimento com algum suplemento para filhotes. Irão sobreviver, terão uma vida digna, acharei um lar e irão crescer e alegrar muitas pessoas. Mas o trabalho irá continuar. Plic e Ploc não serão os últimos a serem abandonados. A história irá se repetir eternamente, ao menos enquanto
existir o que chamo de lixo humano e, infelizmente, o mundo está repleto de ignorantes.

Isso se tornou parte da minha vida. Não sei dizer se Deus dá a cada um de nós uma missão, nem sei dizer se esta é a minha. Mas enquanto tiver forças, farei disso a minha missão. Salvar estas pequenas vidas se tornou parte da minha existência. Algumas vezes me faltam recursos, me endivido, mas sigo lutando, não consigo fechar meus olhos e dizer que isto não é um problema meu, seria fácil fazer isso, mas meu coração não permite.
Não sou o único, dezenas de outros amigos abraçaram a mesma causa, mas somos poucos e algumas vezes imagino o que irá acontecer quando estes poucos deixarem de existir.
Sim, isto tudo é o que acontece na caminhada que chamamos de vida. Alguns cuidam de crianças abandonadas, outros lutam por seus ideais, outros não fazem nada, alguns protegem e resgatam animais.
Sou do último grupo. estou vivo, posso fazer alguma coisa, mínima que seja, mas posso fazer.
Minhas postagens estão diminuindo, estou me dedicando mais aos meus pequenos amigos, assim, não estranhem, mas podem saber que estou ocupado com a vida que me cerca.
Estou envelhecendo, os dias se tornam mais e mais curtos, mas tenho a certeza de que tudo não foi em vão.
Tudo aquilo que nós fazemos por amor, nunca será em vão.
Siegmar

P/S - A pequena Joaninha resolveu adotar os dois meninos. Apesar de não ter nem cinco meses ainda, Joaninha parece entender o que aconteceu com os pequenos., afinal, ela foi abandonada da mesma forma com suas duas irmãs. Joaninha fica ao redor deles como se cuidando, os aquecendo e os admirando.
Os outros cães mais velhos aqui de casa da mesma forma os receberam. Eles sabem, eles sentem a maldade que foi feita. Cães sabem, eles sempre sabem.
Siegmar
Postado por não abandone seu melhor amigo às 07:41 0 comentários Links para esta postagem
Desculpe, mas copiei sua postagem pois acho um absurdo o que fazem com animais. Também não tenho o que dizer sobre esses "lixos" que fazem isso.

sexta-feira, 16 de março de 2012

À Pepita.

Pepita era uma linda cadelinha branca, porém teve uma vida muito sofrida e difícil na mão de seus donos. Viveu sempre presa a uma corrente e apanhava muito. Fiquei sabendo disso apenas esta semana. É que há um ano mais ou menos fiquei sabendo que ela estava com um tumor de mama. Soube que o dono a tinha levado a uma veterinária para tratamento, porém nada foi feito. Apenas na terça-feira passada ela foi levada para uma cirurgia onde foi retirado o tumor. Ele estava imenso e ela não resistiu e faleceu algumas horas depois da cirurgia. Fiquei triste por ela não ter podido se recuperar, mas quando soube que ela apanhava achei que foi melhor mesmo ela ter morrido, pois agora ela está no Portal do Paraíso junto com outros cães que também já morreram e estão felizes. Agora ela não apanha e não tem mais dores. Deus sabe o que faz. Não tenho nenhuma foto dela, mas ela era linda e muito meiga.

sábado, 3 de março de 2012

Gurizinho precisa de um lar.



Este lindo cãozinho foi abandonado no terminal de Vila Oficinas há dois ou três dias. Foi recolhido, temporariamente, por uma senhora que não poderá ficar com ele pois tem pouco espaço e já tem outros cães. Ele, parece que ficará meio grandinho. É dócil e brincalhão. Deve ter uns dois meses. Será vacinado e quem quiser adotá-lo pode contar também com a castração gratuita. Basta entrar em contato os emails abaixo: teresa.s.ibanez@hotmail.com e s.legolas@ig.com.br.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Pitchulinha, adeus!


Esta é Pitchulinha. Aqui na foto está muito bonita e bem. Infelizmente, hoje ela morreu vítima de câncer. Teve todos os cuidados possíveis, pois seu dono não lhe negou nada. Deu-lhe sempre muito amor, carinho, vida digna e tratamento veterinário não lhe faltou, todavia sabemos que essa doença é implacável e hoje a Pitchulinha foi para a Ponte do Paraísi. Deixou muita saudade. Aprendi a amá-la no dia em que o Sieg recolheu-a da rua. Chovia muito e ela estava assustada e muito doente. Era só pele e ossos. Não tinha nem pelos mais. Tinha tumores de mama. Enfim... era muito triste o seu estado. O Sieg levou-a à veterinária e tratou dela com todo carinho. Infelizmente, após pouco mais de três anos a doença levou-a. Mas ela ficará em nosso coração para sempre.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Precisamos de um(a) dono(a).





Estes cães estão precisando de um dono amigo, que os ame muito. Têm 8 meses. As meninas são castradas. A pessoa que cuida deles tem muitos e precisa que alguém adote alguns. São dóceis e brincalhões. Por favor, se você se interessar pode mandar mensagem para teresa.s.ibanez@hotmail.com. Obrigada, você terá um(a) grande amigo(a).

sábado, 21 de janeiro de 2012

Gordo precisa de um dono.


Este belo garotão se chama Gordo.
Tem aproximadamente três anos e é dócil e muito brincalhão. Super saudável e alegre.
Muito bem cuidado.
Pertence a uma senhora idosa que por motivos realmente sinceros, não pode mais cuidar do garotão em seu atual espaço.
Parte do terreno foi vendido e Gordo precisa agora ficar na corrente.
Um dos problemas que Gordo causa, é pular o murro para o lado do vizinho e brigar com os cães do mesmo.

Mesmo o muro sendo alto, Gordo consegue dar um jeitinho e arrumar encrenca com os vizinhos.
Assim a simpática senhora proprietária de Gordo procura alguém que possa dar a ele carinho e espaço, onde ele não mais precise ficar acorrentado a maior parte do tempo.

Gordo realmente só falta falar.
Estou certo que é possível que se adapte bem também com outros cães, mesmo tendo encrencado com os do vizinho.
Se criado junto no mesmo espaço, ele pode ser educado para aceitar e conviver com outros amigos de sua espécie.
Importante no entanto, seria alguém que tenha um bom espaço físico em casa.
Gordo sente falta da liberdade que antes tinha, quando o terreno não era dividido.
Seu porte é tamanho médio para grande. Não irá crescer mais. Não é nem um pouco agressivo, ao contrário, quer mesmo é brincar e pular.
Caso alguém esteja a procura de um grande companheiro, basta deixar uma mensagem nos comentários que entrarei em contato.
Siegmar

Esta postagem foi feita pelo Sieg em seu blog, mas resolvi colocar no meu também para ajudar a encontrar alguém que queira o Gordo. Claro que alguém que goste muito de cães e possa dar muito carinho a ele, já que terá que deixar a dona que o ama muito e da qual ele com certeza sentirá muita falta.

Se alguém se interessar pode deixar comentário neste blog

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

João e Maria


Este é um exemplo de amor e dedicação aos animais. Admiro pessoas como esta que são capazes de tanta doação em prol de animais com problemas tão sérios.Meu parabéns a ela. Vendo isso me sinto pequenina demais.

domingo, 15 de janeiro de 2012

As três Joaninhas.



Essas três lindas garotas foram abandonadas hoje pela manhã no Centro Social de Vila Oficinas. Eu passei por ali mais ou menos meia hora antes e não tinha nada. Logo depois o Sieg passou com o Felipão e lá estavam elas, deixadas por algum idiota, imbecil, desprovido de coração e dignidade. Quem abandona animais desta maneira não vale o pão que come. É um traste! São pessoas assim que nos fazem desacreditar do ser humano. Custa levar a uma feirinha para adoção? Não paga nada! Ah, mas dá trabalho! É mais fácil deixar na rua, abandonadas para passar fome, sede e até serem maltratadas por outros imbecis! Sorte delas que o Sieg as encontrou. Duas já foram doadas. Falta uma. Quem quiser é só deixar comentário aqui.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Guri foi adotado.


Estou feliz porque o Sieg conseguiu alguém para adotar o Guri, este lindo cãozinho que ele encontrou na rua na semana do Natal. Espero que ele seja feliz no seu novo lar. Que as pessoas que o adotaram o amem e o façam muito feliz.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Nicole.


Ontem a Nicole foi embora...