E hoje, mais um capítulo da minha vida de aventuras.
Certa tarde saímos para passear e estavam também a Mara e a Ingrid (netinha da Tere e que era ainda uma garotinha). Num determinado momento o Duli foi por um lado e eu queria ir por outro, então a Tere e a Ingrid foram com o Duli. A Mara ficou comigo. Mais tarde nos encontramos perto do Posto de Saúde e eu vi que a Tere estava confusa. "Mas não é possível! Como o Preá esta aí com você se a Ingrid e eu o vimos agora pouco indo em direção a igreja." A Mara respondeu que eu estivera o tempo todo com ela. Ficou por isso mesmo, mas a Tere não estava muito convencida.
Noutro dia estávamos os quatro perto do Posto de Saúde e a Tere olhou e disse: "olha lá o Preá!"
A Mara olhou e disse: "Mas, como? O Preá está aqui!"
Bom, ai elas descobriram que era um filho meu. Um verdadeiro clone meu. Morava perto da igreja e pertencia a uma ex aluna da Tere. O nome dele, apesar de ser champanhe como eu, era Preto, mas a partir daí a Tere e a Mara o chamavam de Júnior.
Sempre saíamos juntos para passear, mas eu era muito malandro e aprontava poucas e boas.
Mês que vem tem mais, até lá!
Preá, meu amor.
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
terça-feira, 6 de março de 2012
3 anos e 7 meses sem o Preá.

Aqui está meu lindinho! Parece que ainda sinto o cheirinho dele quando o levava ao portão para olhar a rua. Que imponência! Ficava no meu ombro sem que eu precisasse segurá-lo durante muito tempo. Ele era incrível. Meu grande amigo, meu grande companheiro, que esteve comigo nas boas horas, mas principalmente nas horas tristes, enxugando minhas lágrimas. Jamais o esquecerei.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
3 anos e 6 meses que o Preá partiu.

Hoje completa 3 anos e 6 meses que o Preá partiu. Sempre digo que ele deixou muita saudade. Um vazio muito grande. Nenhum outro cachorro preencherá. Isto não quer dizer que eu não goste dos que tenho hoje em casa. Eu os amo muito, mas ninguém substitui o Preá. Só aqueles que amam animais como eu amo podem entender e isso me basta. Sempre tem alguma coisa para lembrar, como quando ele chegava de seu passeio que normalmente durava duas horas e eu ia lhe dar comida. Não gostava muito de carne. Comia muito pouca pois preferia ração e gostava que eu lhe desse na mão. Que lindinho! Como esquecer dele? Jamais! Até um dia, meu amor!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
3 anos e 4 meses sem o Preá.

Hoje faz 3 anos e 4 meses que o Preá morreu. Ontem replantei begônias vermelhas e brancas no túmulo dele. Ficou lindo! Ele foi meu grande companheiro por 15 anos. Deu-me alegrias imensas! Fez-me rir muito! Deixou-me preocupada também, como aquela vez em que ele resolveu namorar a Fredinha. Fredinha era uma cadelinha que morava na rua que começa em frente à minha casa. Ela estava no cio e ele mudou-se para a casa dela. Os donos dela acharam ótimo e lá ele ficou por alguns dias. Eu estava preocupada. Ia todos os dias lá para ver se ele voltava, mas o danadinho nem saía da casinha para me dizer "bom dia". Quando o cio terminou ele voltou para casa, mas voltou pelado, isto é, com os pelos curtos, rasos. Não sei o que ele fez. Mas nunca vou esquecer deste episódio. Ah, ele não gostava de usar capa para chuva.
Preá, sinto muita saudade sua, meu amor.
domingo, 6 de novembro de 2011
3 anos e 3 meses sem o Preá.

Hoje faz 3 anos e 3 meses que o Preá morreu. Como faço todos o meses estou prestando homenagem ao meu querido amigo, aquele que não consigo esquecer, que ainda hoje me traz lágrimas aos olhos, tamanha é a saudade que sinto dele, já que foi ele que mais tempo ficou ao meu lado, nas horas alegres e nas horas tristes. Sempre fiel e amoroso. Ainda sinto o cheirinho dele. Como era imponente quando sentava no meu ombro esquerdo e colocava suas patinhas dianteiras no portão para olhar a rua. Ficava muito tempo ali olhando o movimento como se o mundo fosse dele. Difícil não chorar quando lembro desses momentos. Até um dia meu querido Preá.

Aí está ele no meu ombro.
sábado, 6 de agosto de 2011
3 anos de muita saudade!

Há 3 anos o Preá morreu deixando uma saudade imensa. Algum tempo antes de morrer ele começou a cavar um buraco no jardim, exatamente o mesmo buraco onde ele está deitado nesta foto. Meus filhos diziam que ele estava mostrando onde queria descansar um dia. Bem, eu fiz a vontade dele. Hoje, naquele local sempre planto flores para que fique muito bonito.Eu costumava passear com ele todos os dias, pela manhã e à tarde. Esses passeios chegavam a durar 2 horas. Ele adorava caminhar e eu ficava muito feliz passeando com ele. Andávamos 2 a 3 quilômetros todos os dias. Eu não me lembro como nem porque, mas eu levava ração no bolso da calça e ele descobriu. Aprendeu a andar um pouco, parar e pedir ração. Andava mais um pouco, parava e pedia ração. Assim ele fazia durante todo o trajeto. Até 2 pombas começaram a nos acompanhar para catar alguma ração que ele deixasse. Era muito lindo passear com ele e me faz muita falta sua companhia até hoje.
Tenho muita saudede de você, Preá.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Preazinho, meu amor.

Hoje faz 2 anos e 11 meses que você me deixou. Não gosto de lembrar dos seus últimos dias porque foram muito tristes. As lágrimas me veem aos olhos e a triteza é muito grande. Como eu gostaria de tê-lo poupado daquele sofrimento, mas não pude. Prefiro lembrar dos momentos felizes que você me proporcionou, porém hoje, não sei porquê, só consigo lembrar daqueles trites momentos. Quanta saudade! Até um dia!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
2 anos e 10 meses sem o Preá.

Já 2 anos e 10 meses que o meu Preazinho morreu. Não gosto de lembrar do fato pois a tristeza é muito grande. Prefiro lembrar das coisas boas que tive com ele. Como ele me fazia caminhar todos os dias. Saíamos pela manhã e eram duas horas de caminhada. À tarde mais duas horas. Isso mesmo que tivesse sol, chuva, noite ou dia. Para ele não fazia diferença. Ele só não gostava quando a chuva era muito forte e pegava na carinha dele. Aí ele corria para se esconder. Mais de uma vez estávamos vindo para casa quando começava a chover. Se ele via que era chuva forte ele corria para um coreto que tem na pracinha e ali ficava até a chuvar diminuir ou parar. Se estávamos perto de casa ele corria para casa como louco. Ele não gostava de usar capa para chuva, mas usava uma que o Sieg lhe deu. Ele ficava lindo com ela. Que saudade do meu amorzinho. Até um dia Preá, meu amor.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
2 anos e 8 meses sem o Preá.

Hoje faz dois anos e oito meses que o meu Preazinho morreu. Todos os dias lembro dele. Na maioria das vezes com alegria, recordando as suas artes, como numa tarde, quando voltávamos de nosso passeio vespertino, ali pelas 18 horas. Subíamos a Rua Luiz França, já bem perto de nossa casa, quando passa por nós um policial, devidamente fardado. Preazinho não teve dúvidas. Quando o policial passou bem ao nosso lado ele simplesmene virou a carinha e abocanhou a calça o homem. Levei um susto enorme e pensei que o homem iria nos agredir, ou pelo menos reclamar. Mas, para espanho meu ele continuou seu caminho como se nada tivesse acontecido. A partir desse dia, quando via um policial, tratava de pegá-lo no colo para evitar surpresas. Essa é apenas uma das muitas que meu amorzinho me aprontou. Mas valeu a pena cada minuto que passei a seu lado. Saudades ficaram e me acompanharão até o fim.
domingo, 6 de março de 2011
Dois anos e sete meses sem o Preá.

O tempo passa rápido. Mas isso não faz com que se esqueçam os amigos, os grandes amigos. O Preá foi um grande amigo. Eu já disse isso outras vezes, mas não faz mal, repito: um grande amigo. Quando o recolhi da rua já estava viúva, mas meus filhos ainda eram solteiros e viviam comigo. Por cinco meses minha mãe também morou comigo e aí morreu. Um ano depois O Leonel casou e foi embora. O Rodrigo saía e eu ficava sozinha, ms tinha o Dulito e o Preá como companhia. Em 2000, agosto, foi o Dulito que morreu. O Rodrigo depois casou e ficamos o Preá e eu. Se alguma vez eu estava triste e chorava ele secava minhas lágrima e não saía do meu lado. Parecia chorar junto comigo. Onde eu ia ele estava atrás. Foram quinze anos de convivência com muito amor. Por esse motivo todos os meses faço uma homenagem ao meu grande amigo e companheiro, ao meu amorzinho. Por isso eu digo mais uma vez: Preá, eu o amo muito e sinto muita saudade de você! Um dia nos encontaremos no portal do paraíso.
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