Preá, meu amor.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
4 anos e 3 meses sem o Preá
Esta postagem deveria ter sido feita ontem, dia 6, mas eu estava fazendo quimioterapia e quando cheguei em casa não tinha condições de fazê-la, por isso estou fazendo hoje. Nunca esquecerei o Preá, foi sempre um amigão. Sinto muita saudade dele, mas pensando bem, quando eu me for ele não ficará sozinho, pois já foi também. Eu o amei muito e ele me fez muito feliz nos quinze anos que ficou comigo. Não sei quando será a nova postagem.
domingo, 7 de outubro de 2012
4 anos e 2 meses sem o Preá.
Estou atrasada um dia nesta postagem. Ela deveria ter sido feita ontem, mas eu não me encontrava bem e fui obrigada a deixar para hoje. Mas, de qualquer forma, não esqueci do meu Preazinho nem nunca vou esquecê-lo. Vendo esta foto lembro como ele gostava que lhe dessem a ração na boca. Ele adorava a ração. Gostava mais do que de um pedaço de carne. E era muito lindo ver quando lhe diziam: Preá, dá a patinha! Em seguida ele levantava a patinha esquerda. A um novo pedido ele baixava a esquerda e levantava a direita. Quanta saudade do meu "meninão."
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Esta é para quem duvida da fidelidade e do amor canino. Cápitan é um cachorro vira-lata que mora na cidade de Córdoba, na Argentina. Desde que seu dono Miguel morreu, em 2006, não houve uma noite sequer que o animal não tenha estado no cemitério para dormir junto à tumba de seu amado proprietário.
Sim, Cápitan tem casa. Ele foi um presente que Miguel deu a seu filho Dámian em 2005. Só que, desde a morte, o cão preferiu fazer companhia ao dono. E descobriu, inclusive, o caminho sozinho. “O cachorro sumiu. Achávamos que estava morto”, diz a viúva Verónica ao jornal local La Voz. “Até que um dia, quando fui com meu filho ao cemitério, o encontramos lá.”
“O cachorro apareceu um dia no cemitério e começou a dar voltas por todos os lados até que encontrou a tumba de seu dono”, conta o diretor Héctor Baccega à EFE. Cápitan até chega a ir para casa, mas volta sempre às 18h, pontualmente, para não deixar seu dono sozinho à noite.
Foto: La Voz/Reprodução
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Quatro anos e um mês sem o Preá.
Confesso que fiquei com medo de não poder fazer esta postagem. Fui para o hospital dia 30 de agosto para me submeter a uma cirurgia delicada e pensei que se não estivesse em casa hoje, teria que pedir ao Sieg para fazer esta postagem, mas Graças a Deus estou aqui e posso dizer que tanto tempo depois que o Preazinho se foi ainda sinto a mesma saudade que sentia nos primeiros dias. Gostaria de poder começar a contar a história do meu amorzinho aqui, mas claro que teria que ser um pouco cada vez porque ele tem uma longa história. Se eu estiver melhor até o mês próximo creio que começarei a contar a história do Preá antes e depois de estar comigo. Até uma dia, grande e inesquecível amigo.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Cheguei.
Acabei de chegar do hospital, onde estive desde 30 de agosto para retirada de um gomo do pulmão direito. Não foi fácil, mas estou em casa. E olha que já tive que corrrer, pois descobri que não depositaram minha aposentadoria no Banco. Fui à Caixa Econômica e tive que subir uma ladeira e tanto! Ufa! Cansei. Vamos ver se daqui a pouco consigo descansar. Meus cachorros adoraram quando cheguei. Ficaram muito felizes. Tinham ido passear com o Sieg e estavam esperando ele voltar com a Karol e o Espeto. Quando me viram ficaram doidos. Já foram comer. Como é bom ter alguém como o Sieg que os levou passear e alimentou enquanto eu estava no hospital.Abençoado amigo. Meu muito obrigada!
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Inacreditável!
Inacreditável! Confesso que pensei que fosse brincadeira. Mas não é. Durante anos ensinei PORTUGUÊS aos meus alunos. Tentei fazer com que aprendessem a gostar deste idioma que eu acho o mais lindo do mundo. Lógico que é difícil, mas é lindo. Porém quando me deparo com um cartaz destes sinto vergonha do que estão fazendo com a "EDUCAÇÃO" neste país.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Animais que participaram da minha vida.
Hoje vou falar um pouco sobre os animais que passaram pela minha vida e de alguma forma me marcaram.
O primeiro do qual me lembro era um cachorro branco, com pintas pretas. Era da minha nonna. Não era meu, mas eu morava na casa que ficava no fundo do quintal. Eu teria uns quatro anos e lembro-me que o coitado ficava numa corrente, dia e noite. Chamava-se Dolé. Não lembro o que aconteceu com ele.
Quando eu tinha já uns cinco anos minha mãe pegou um gato preto. Ele chamava-se Fedato. Isto porque na época o Coritiba tinha um jogador chamado Fedato, que era muito bom jogador e meu pai, como "coxa branca convicto" chamou o gato dessa maneira. Fiquei pouco tempo com ele, porque tivemos que ir embora para Ourinhos e não podíamos levá-lo. Minhas tias disseram que cuidariam dele. Não sei o que aconteceu porque naquela época, crianças não tinham o direito de perguntar nada. Já em Ourinhos eu não tinha animais, mas um dia o trem atropelou e matou uma cabra que tinha dois filhotes. Eles passaram a comer capim atrás da minha casa e eu gostava de brincar com eles. Bom, só com a cabritinha, porque o cabrito era muito arisco.
Quando voltamos a Curitiba eu já tinha oito anos. Minha nonna tinha um cão, mas não lembro o nome dele. Eu tinha muito medo dele. Não sei porquê. Acho que eu era muito boba. Minha prima, que morava na casa ao lado da nossa tinha um cão fox, branco, com manchas pretas. Não lembro o nome dele, mas ele era muito nervoso. Não precisava muito para ele morder. Eu não brincava com ele por ter medo, é claro. Mas, o engraçado era vê-lo deitado numa cadeira que minha tia tinha em frente ao fogão de lenha. Ele deitava-se e em seguida uns oito gatos que viviam ali também, deitavam em cima dele e ele não se importava. Quando a tia queria acender o fogo dava um ponta-pé na cadeira e ele, assustado, pulava. Lógico que voavam gatos para todos os lados. Ele gostava de correr atrás de buscapé. Não tinha medo.
Esta é a foto do Campeão e minha mãe.
Quando meus pais compraram casa, aqui no Cajuru, não tinhamos cães. Só três anos depois foi que pegamos o Campeão. Era lindo! Mestiço pastor com buldog. Cor cinza. Um cão muito querido. Eu tinha quinze anos quando o pegamos. Ele era muito bravo. Ninguém, a não ser meus pais e eu entrávamos em casa. Mas, quando comecei a namorar o que veio a ser meu marido depois, ele fez amizade. Aceitou-o e brincava com ele da mesma maneira que brincava conosco. Dois anos depois meu pai morreu. Foi uma época difícil, pois minha mãe passou a receber meio salário mínimo de pensão e ficou complicado para comprar carne. Lembro que que comprava 50 gramas de carne moída, de segunda, que era mais barata. Tinha que dar para dois dias. Mas ele sobreviveu. Quando me casei as coisas voltaram ao normal e ele passou a se alimentar bem melhor. Meu filho Leonel nasceu em outubro de 1963 e ele morreu em 7 de março de 1964. Perdi meu amigão. Foi o primeiro animal meu que perdi. Sofri muito. Eu o amava muito. Esta é a Fuli. Em 18 de novembro de 1970 colocaram no nosso jardim uma cadelinha muito linda! Minha mãe não a queria, mas eu insisti tanto que ela acabou concordando em ficar com ela com a condição de que quando eu viesse morar na casa onde moro hoje, a traria comigo. O Leonel estava com 7 anos e deu a ela o nome de Cafuringa, em homenagem a um jogador do Fluminense, só que como o nome era muito grande ela acabou sendo chamada de Fuli. No ano seguinte me mudei de casa, mas minha mãe não quis mais me dar a Fuli. Tudo bem. Eu ia vê-la todos os dias. Viveu 14 anos. Morreu dia 1 de dezembro de 1974, vítima de um câncer no focinho. Que saudade da Fuli! Esta era a Fuli. Nessa foto meu marido está com a Vaquinha no colo e a Petuninha no chão. Em fevereiro de 1977 o Leonel veio para casa com uma cadela toda estropiada, coitada. Não tinha nenhum dente e tinha uma perna traseira que fôra quebrada, mas que já havia cicatrizado sozinha. Pobre animal! Como deve ter sofrido nas ruas. Deveria ter uns seis meses. Ficamos com ela e ela passou a chamar-se Vaquinha. Nessa foto a Giovana está com a Petúnia, o Leonel com a Vaquinha, o Rodrigo com o Bandit, filho do Tonico, O Joaquin está com o Tonico e lá fora está o Max, um vizinho. Em 1981 recolhemos um cão que estacionou em frente à nossa casa. Ele era muito malandro. Vivia atrás de namoradas e sempre voltava com algum machucado feio para casa. Por esse motivo passamos a chamá-lo de Tonico Bastos, em homenagem ao personagem de "Gabriela, cravo e canela". Tonico foi atropelado peloInterbairrsos em 21 de outrubro de 1982. Foi outro que deixou muita saudade!
No começo de 1982 o Rodrigo, meu outro filho trouxe para casa uma cadela que encontrou na rua. Ela estava cheia de bichos de pé. Meu marido levou dias limpando as patas dela e ela deixava em reclamar. Ficou linda também. Seu nome era Petúnia. Ela se apegou muito com a Vaquinha. Pareciam mãe e filha. Quando a Vaquinha morreu, em 21 de agosto de 1986, vítima de câncer generalizado, a Petúnia ficou muito triste, quase morreu. Foi a partir daí que meu marido passou a passear todas as tarde com ela.
Dia 24 de dezembro de 1989 entrou em nosso o quintal um cão. Era tão magro que passou pela grade. Claro que ficamos com ele. Meu marido chamou-o de Dulito. Ele era muito querido e se deu muito bem com a Petúnia. Meu marido morreu em abril de 1993 e eles sentiram muito sua falta. Para não vê-los sofrer tanto, vendi o fusca que meu marido dirigia, pois cada vez que o fusca dobrava a esquina eles corriam para o portão pensando que meu marido viria também.
Em dezembro de 1993 adotei o Preá. Ficaram os três em casa. A Petuninha não era muito chegada no Preá, não, mas tudo bem, viviam em harmonia. Aí quem passeava com eles era eu, já que meu marido havia morrido. Em 25 de junho de 1994 Petúnia morreu, vítima de câncer também. Ficaram Dulitinho e Preá. Dulito morreu em 9 de agosto de 2000, vítima de cirrose. Me restou o Preá, que viria a morrer em 6 de agosto de 2008.
Eu não queria mais cães, pois já estou velha, mas abandonaram a Negrinha e ela está comigo desde novembro de 2008. Em junho de 2009 foi a vez de eu recolher o Encrenca, que também vivia pelas ruas. Hoje eles são meus companheiros e amigos muito queridos. Tenho medo de morrer e deixá-los abandonados à sua própria sorte.
Para completar, aí estão Negrinha e Encrenca. Não preciso dizer que todos os animais que eu tive deixaram uma saudade imensa. Até hoje choro quando lembro deles todos.Outro dia falarei dos animais que marcaram, mas que não chegaram a morar comigo.
Esta é a foto do Campeão e minha mãe.
Quando meus pais compraram casa, aqui no Cajuru, não tinhamos cães. Só três anos depois foi que pegamos o Campeão. Era lindo! Mestiço pastor com buldog. Cor cinza. Um cão muito querido. Eu tinha quinze anos quando o pegamos. Ele era muito bravo. Ninguém, a não ser meus pais e eu entrávamos em casa. Mas, quando comecei a namorar o que veio a ser meu marido depois, ele fez amizade. Aceitou-o e brincava com ele da mesma maneira que brincava conosco. Dois anos depois meu pai morreu. Foi uma época difícil, pois minha mãe passou a receber meio salário mínimo de pensão e ficou complicado para comprar carne. Lembro que que comprava 50 gramas de carne moída, de segunda, que era mais barata. Tinha que dar para dois dias. Mas ele sobreviveu. Quando me casei as coisas voltaram ao normal e ele passou a se alimentar bem melhor. Meu filho Leonel nasceu em outubro de 1963 e ele morreu em 7 de março de 1964. Perdi meu amigão. Foi o primeiro animal meu que perdi. Sofri muito. Eu o amava muito. Esta é a Fuli. Em 18 de novembro de 1970 colocaram no nosso jardim uma cadelinha muito linda! Minha mãe não a queria, mas eu insisti tanto que ela acabou concordando em ficar com ela com a condição de que quando eu viesse morar na casa onde moro hoje, a traria comigo. O Leonel estava com 7 anos e deu a ela o nome de Cafuringa, em homenagem a um jogador do Fluminense, só que como o nome era muito grande ela acabou sendo chamada de Fuli. No ano seguinte me mudei de casa, mas minha mãe não quis mais me dar a Fuli. Tudo bem. Eu ia vê-la todos os dias. Viveu 14 anos. Morreu dia 1 de dezembro de 1974, vítima de um câncer no focinho. Que saudade da Fuli! Esta era a Fuli. Nessa foto meu marido está com a Vaquinha no colo e a Petuninha no chão. Em fevereiro de 1977 o Leonel veio para casa com uma cadela toda estropiada, coitada. Não tinha nenhum dente e tinha uma perna traseira que fôra quebrada, mas que já havia cicatrizado sozinha. Pobre animal! Como deve ter sofrido nas ruas. Deveria ter uns seis meses. Ficamos com ela e ela passou a chamar-se Vaquinha. Nessa foto a Giovana está com a Petúnia, o Leonel com a Vaquinha, o Rodrigo com o Bandit, filho do Tonico, O Joaquin está com o Tonico e lá fora está o Max, um vizinho. Em 1981 recolhemos um cão que estacionou em frente à nossa casa. Ele era muito malandro. Vivia atrás de namoradas e sempre voltava com algum machucado feio para casa. Por esse motivo passamos a chamá-lo de Tonico Bastos, em homenagem ao personagem de "Gabriela, cravo e canela". Tonico foi atropelado peloInterbairrsos em 21 de outrubro de 1982. Foi outro que deixou muita saudade!
No começo de 1982 o Rodrigo, meu outro filho trouxe para casa uma cadela que encontrou na rua. Ela estava cheia de bichos de pé. Meu marido levou dias limpando as patas dela e ela deixava em reclamar. Ficou linda também. Seu nome era Petúnia. Ela se apegou muito com a Vaquinha. Pareciam mãe e filha. Quando a Vaquinha morreu, em 21 de agosto de 1986, vítima de câncer generalizado, a Petúnia ficou muito triste, quase morreu. Foi a partir daí que meu marido passou a passear todas as tarde com ela.
Dia 24 de dezembro de 1989 entrou em nosso o quintal um cão. Era tão magro que passou pela grade. Claro que ficamos com ele. Meu marido chamou-o de Dulito. Ele era muito querido e se deu muito bem com a Petúnia. Meu marido morreu em abril de 1993 e eles sentiram muito sua falta. Para não vê-los sofrer tanto, vendi o fusca que meu marido dirigia, pois cada vez que o fusca dobrava a esquina eles corriam para o portão pensando que meu marido viria também.
Em dezembro de 1993 adotei o Preá. Ficaram os três em casa. A Petuninha não era muito chegada no Preá, não, mas tudo bem, viviam em harmonia. Aí quem passeava com eles era eu, já que meu marido havia morrido. Em 25 de junho de 1994 Petúnia morreu, vítima de câncer também. Ficaram Dulitinho e Preá. Dulito morreu em 9 de agosto de 2000, vítima de cirrose. Me restou o Preá, que viria a morrer em 6 de agosto de 2008.
Eu não queria mais cães, pois já estou velha, mas abandonaram a Negrinha e ela está comigo desde novembro de 2008. Em junho de 2009 foi a vez de eu recolher o Encrenca, que também vivia pelas ruas. Hoje eles são meus companheiros e amigos muito queridos. Tenho medo de morrer e deixá-los abandonados à sua própria sorte.
Para completar, aí estão Negrinha e Encrenca. Não preciso dizer que todos os animais que eu tive deixaram uma saudade imensa. Até hoje choro quando lembro deles todos.Outro dia falarei dos animais que marcaram, mas que não chegaram a morar comigo.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
PROCURO UM LAR PARA A PEQUENA KITTI
Esta linda menina se chama
Kitti. Tem três anos e vive uma vida miserável. Kitti é uma pequena poodle.
Pertence a uma família indecente que mora perto de minha casa. Chamo de
indecente, pois pessoas de respeito e decentes cuidam de seus animais. Nestes
anos, sempre quando posso, mando tosar e cuidar da saúde de Kitti. Sempre a
encontro em estado lastimável e os ignorantes fingem que não veem e nem se
importam.
Quero encontrar um novo lar para esta pequena menina, um lar onde lhe deem atenção, carinho e dignidade.
Peço ajuda, por favor, caso alguém esteja procurando uma pequena companhia, Kitti é perfeita. Alegre, brincalhona e muito bonita quando bem cuidada, precisa engordar um pouco, pois garanto que muitas vezes nem alimento suficiente lhe dão.
Hoje Kitti além do banho merecido, recebeu vacina e foi desverminada. Pela imagem ao lado podemos perceber o que faz a ignorância e descaso.
Por qual razão não denuncio? Pois sei que se o fizesse, Kitti seria tratada a chutes e pontapés pelos ignorantes. Pois sabemos que apesar de existirem leis em prol dos animais, não existe punição alguma. Assim procuro ajudar a pequena da melhor forma, tentando ser gentil com os indecentes aos quais adoraria mandar pra ao inferno.
Já pedi para estes ignorantes me avisarem quando Kitti estiver doente ou precisar de algo. A mãe de Kitti, morreu devido ao descaso destes ignorantes. Ficou doente e quando percebi, foi tarde demais, mesmo a tendo levado ao veterinário, Milli morreu alguns dias depois, vitima da indiferença e do descaso destes infelizes. Pedi que mandassem tosar Kitti algumas vezes, mas estes desgraçados não estão nem aí, pior é que eles tem condições financeiras para isto. Mas não tem coração e muito menos respeito e dignidade. Falar com estes desgraçados é falar com as paredes. São vermes da pior espécie, lixo humano, assim podem ser descritos.
Me ajudem ajudando Kitti. Ela merece ao menos alguns anos de vida digna, distante destes infelizes que um dia pagarão a conta junto a Deus pela sua indiferença e ignorância.
(Siegmar)
Quero encontrar um novo lar para esta pequena menina, um lar onde lhe deem atenção, carinho e dignidade.
Peço ajuda, por favor, caso alguém esteja procurando uma pequena companhia, Kitti é perfeita. Alegre, brincalhona e muito bonita quando bem cuidada, precisa engordar um pouco, pois garanto que muitas vezes nem alimento suficiente lhe dão.
Hoje Kitti além do banho merecido, recebeu vacina e foi desverminada. Pela imagem ao lado podemos perceber o que faz a ignorância e descaso.
Por qual razão não denuncio? Pois sei que se o fizesse, Kitti seria tratada a chutes e pontapés pelos ignorantes. Pois sabemos que apesar de existirem leis em prol dos animais, não existe punição alguma. Assim procuro ajudar a pequena da melhor forma, tentando ser gentil com os indecentes aos quais adoraria mandar pra ao inferno.
Já pedi para estes ignorantes me avisarem quando Kitti estiver doente ou precisar de algo. A mãe de Kitti, morreu devido ao descaso destes ignorantes. Ficou doente e quando percebi, foi tarde demais, mesmo a tendo levado ao veterinário, Milli morreu alguns dias depois, vitima da indiferença e do descaso destes infelizes. Pedi que mandassem tosar Kitti algumas vezes, mas estes desgraçados não estão nem aí, pior é que eles tem condições financeiras para isto. Mas não tem coração e muito menos respeito e dignidade. Falar com estes desgraçados é falar com as paredes. São vermes da pior espécie, lixo humano, assim podem ser descritos.
Me ajudem ajudando Kitti. Ela merece ao menos alguns anos de vida digna, distante destes infelizes que um dia pagarão a conta junto a Deus pela sua indiferença e ignorância.
(Siegmar)
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
4 anos sem o Preá.
Hoje completa 4 anos que o Preá morreu. Preazinho, meu amor, a saudade continua enorme. Você foi o meu grande companheiro. Estava sempre ao meu lado nas horas tristes e nas horas alegres. Aliás, você me deu muita alegria, por isso, jamais o esquecerei. Que saudade dos teus lindos cabelos champanhe. Teus olhos tão lindos! Te amo Preá! Amor da minha vida!
terça-feira, 31 de julho de 2012
Minha neta Ingrid.
Esta é a Ingrid, minha neta. Ela é uma flor ao lado de outras flores. Bom, mas quero mostrar um desenho feito por ela. Muito bonito, muito legal! Parabéns, Ingrid! Adorei!
sábado, 28 de julho de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
Minhas netas e o Jardim Botânico.
Ontem fomos ao Jardim Botânico: a Carol, a Ingrid, o Rodrigo e eu.
Passamos uma tarde muito agradável. Minhas netas se divertiram muito ali.
Passearam, rolaram na grama, visitaram a exposição de quadros, enfim, foi muito gostoso estar com elas ali naquele ambiente maravilhoso. É um espaço muito agradável. Andamos muito e não nos cansamos pois estávamos em contato com a natureza e o dia estava maravilhoso. Um sol lindíssimo. Obrigada meu Deus por esta tarde tão gostosa!
Mi familia.
Este lienzo hize para mandar a mi familia en Aldehuela. Mi sobrina Amparo, su marido Emilio, mi cuñada Trini y yo. Me gustaria llevarlo yo misma, pero no és possible, entonces vá por Correo. Espero que les guste.
domingo, 8 de julho de 2012
Mi Aldehuela querida.
Como me gustaria estar en Aldehuela y disfrutar con todos de alli. Pero este año no és possible. Asi solo me resta esperar. Estos dias están todos de vacaciones por alli. Son muchas fiestas. És una maravilla.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
3 anos e 11 meses sem o Preá.
Hoje comopleta 3 anos e 11 meses sem o Preá. Coisa mais linda, que jamais esquecerei. Esse foi um grande amigo e companheiro. Quando meus filhos casaram e foram embora ele foi quem ficou comigo e me fez companhia.
Nossos passeios diários me faziam muito bem à saúde e ao espírito. Ele caminhava duas horas por dia, ainda que chovesse. Claro que ele não gostava muito de chuva. Quando estávamos na rua e começava a chover ele corria buscar um local para se abrigar e não se molhar. Era um barato! Esse era o meu Preá. Amor da minha vida, até um dia!
quinta-feira, 5 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
Abandono de animais.
É muito triste vermos animais nessas condições!
Será que quem abandona um animal não pensa que ele vai ficar assm?
E quem abandonou esse animal tem coragem de ir à igreja e dizer que ama a Deus!
Imagine o que faria se não "amasse" Deus.
Neste caso a pobrezinha teve sorte. Foi abandonada e encontrada na situação crítica que aparede na foto. Hoje ela está bonita como vemos na outra foto. Mas é um caso raro. Quem a adotou da maneira como ela estava AMA A DEUS sim, não precisa ir à igreja para dizer. Basta a atitude de salvar uma criatura de Deus.
Será que quem abandona um animal não pensa que ele vai ficar assm?
E quem abandonou esse animal tem coragem de ir à igreja e dizer que ama a Deus!
Imagine o que faria se não "amasse" Deus.
Neste caso a pobrezinha teve sorte. Foi abandonada e encontrada na situação crítica que aparede na foto. Hoje ela está bonita como vemos na outra foto. Mas é um caso raro. Quem a adotou da maneira como ela estava AMA A DEUS sim, não precisa ir à igreja para dizer. Basta a atitude de salvar uma criatura de Deus.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Cão abandonado!
Este lindo labrador foi abandonado por um dono idiota, lógico. Ele tem um tumor no pescoço e seu dono achou melhor abandoná-lo, já que para tratá-lo teria que gastar algum dinheiro e isso alguns idiotas não fazem. Querem ter um cão de raça para se sentirem de "raça" também, mas na hora de tratá-los mostram quão pouco valem. Enfim, o pobre animal está abandonado. Precisa de tratamento. Por enquanto está na casa de uma vizinha que não tem condições de cuidar dele. Estamos tentando arrecadar algum dinheiro para a cirurgia. Se você pode ajudar entre em contato pelo email teresa.s.ibanez@hotmail.com e ficaremos muito gratos. A ajuda pode ser financeira e seria melhor ainda se alguém se dispusesse a adotá-lo. Ele é lindo, meigo e necessita de amor e carinho, além de tratamento.
Os "caixas sujas".
Agora os "caixa suja", ou seja, políticos que não explicaram a roubalheira nos caixas na gestão anterior podem se candidatar nas próximas eleições; Quando vemos o rumo que segue o Brasil dá um desânimo muito grande. Agora ladrão tem autorização para ser candidato e o pior, sempre tem os que votam neles. Assim não dá! EU VOTO NULO, NULO, NULO. Não dou meu voto para malandro nenhum. Quando é que o povo brasileiro vai acordar para esta situação?
VOTO NULO.
sábado, 23 de junho de 2012
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