Preá, meu amor.

Preá, meu amor.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Simba x Rex


Preciso contar a vocês o que aconteceu comigo. Não sei quem são meus pais. O que me lembro é que desde pequeno morava com uma senhora na Rua Mário Miró, no Cajuru. Eu não saía à rua e assim mesmo assustava muita gente por causa do meu tamanho. Não que eu seja violento. Até que sou um rapaz simpático e boa pinta, mas o meu tamanho e a minha voz forte assustavam. É que eu me jogava contra o portão com muito ímpeto.Lembro-me que naquela época passava por ali uma mulher com seu cão na guia, era o Preá. Ele era pequeno e eu, só para me divertir, jogava-me contra o portão. Ela se assustava, pegava o Preá no colo e saía correndo. Eu ficava rindo a mais não poder. E não era só ela.Muitas outras pessoas tinham medo de mim. Bom, deixa eu explicar melhor. É que sou um cão. Acho que um dos meus ancestrais era "dog alemão", mas não tenho certeza. Como já disse, vivia com uma senhora, mas um dia ela foi embora e deixou-me com os que moravam ali também. A partir daí comecei a ir para a rua. Começou então, para mim, uma nova experiência de vida. Agora eu era livre, podia ir atrás das namoradas. Isto era muito bom, porém tinha um outro lado ruim. Comecei a perambular pelas ruas, ficava com fome, com sede. Voltava para casa, mas ali já não se importavam comigo. Passei a ser um andarilho. Comecei a sentir-me abandonado. Descobri que se eu parasse na casa de um cara que tinha uma porção de cães, ele me daria comida. Comecei a fazer isso. Antes de ir para a "minha casa" passava na casa do cara, fazia uma boquinha e ia dormir. Isso durou muito tempo. Agora, recentemente, por vários dias eu estava atrás de uma namorada, junto com um monte de outros cães. Mas bateu a fome. Vários dias sem comer. Estava fraco e machucado. Pensei: "pô, desse jeito vou morrer." Resolvi então ir à casa do cara, hoje ele é meu amigão. Amigão mesmo! Ele me recolheu. Deu-me comida, água e, pasmem, levou-me para o hospital. Sim, porque cães também têm direito a hospital. Fiquei internado alguns dias. Fui tratado com muito carinho, mas também fui castrado. Só que valeu a pena. Meu amigão levou-me de volta para a minha antiga casa, mas os responsáveis (ou irresponsáveis) por mim não se importaram e lá começou tudo outra vez. Lá estava eu na rua novamente sem comida, sem água, sem carinho, sem respeito. Fou aí que meu amigão me botou no carro outra vez. Pensei: "Lá vou eu para o hospital de novo." Mas, não. Desta vez ele levou-me à casa de uma "santa". Gostaria que vocês vissem como estou. Na maior mordomia. Até de nome mudei. Antes era Simba, hoje sou REX. Minha nova dona é um amor de pessoa. Preciso corresponder a esse amor e vou me esforçar para isso. Ah! O meu amigão, aquele que me trouxe para cá chama-se Siegmar. Meu muito obrigado a ele.
Esta é minha nova dona e a minha nova casa. Hoje eu sou feliz!


Rex.
Teresa Ibañez.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Havia uma esperança.


Ele estava desesperado. Não tinha um real no bolso. Em casa não havia o que comer. As dez crianças já estavam acostumadas ao jejum. Sem muita esperança, pegou o carrinho de mão, a pá e saiu. Batia em alguns portões perguntando se alguém queria tera preta para o jardim. Já antevia a negativa, mas enquanto andava procurava não pensar nos graves problemas deixados em casa. Das dez crianças que criava, cinco eram sua prole, as outras cinco eram herança de uma irmã que falecera. Sua esposa trabalhava de diarista, mas muitos dias não tinha onde trabalhar, por isso ganhava pouco. Ele estava desempregado, havia já um longo período. Tinha 40 anos e não aparentava mais que isso, apesar do sofrimento, mas seu aspecto inspirava piedade. Seu caminhar era lento e compassado. Há muito que a alegria deixara de viver em seu coração. Até seu relacionamento com sua esposa não tinha mais o fogo dos primeiros tempos. Às vezes se flagrava pensando que em outros tempos lhe parecia que seu amor pela esposa era eterno e permanente e que, talvez, seria uma das poucas coisas da qual ninguém poderia privá-lo. No entanto, agora, se dava conta de que nem esse prazer possuía mais. Isso fazia com que se sentisse cada vez mais derrotado. Continuou sua penosa caminhada. Passou-lhe pela cabeça idéias ruins, mas uma força maior o impelia a seguir. No caminho encontrou um dos filhos que lhe perguntou aonde ia. Respoudeu-lhe que não sabia, que procurava serviço para poder comprar pão. O garoto seguiu para o barraco onde viviam, numa favela fervilhante de marginais. Esse fato o amedrontava. Não queria que suas crianças se envolvessem com marginais. Mas que opção teria? Não poderia sair dali. Se fosse para outra favela, a única mudança seria a de barraco e de região, porque a situação seria a mesma. Não! Não! Era melhor não pensar! Já tinha muito com que se preocupar. Um casal passou a seu lado. Gente simples, mas bem vestidos. Abraçados. Pareciam felizes. O amor estava estampado em seus semblantes jovens. Lembrou-se de sua juventude, quando tudo lhe parecia belo. Nunca imaginara quão difíceis dias teria que enfrentar.Não frequentara a escola por muito tempo.Largara tudo no 3º ano fundamental, o que não lhe deu subsídio algum para uma melhor sobrevivência, por isso, agora, ao se deparar com o jovem casal, percebeu que também a ilusão da juventude não lhe pertencia mais.Restava-lhe apenas uma resignação insossa às vicissitudes da vida. Estava subindo uma rua estreita de um conjunto habitacional. Imaginava como seria bom se uma daquelas casas fosse sua. Se sentiria um verdadeiro rei. Não havia ninguém na rua. Eram dez horas da manhã e o sol ameaçava aquecer a terra, mas algumas nuvens marotas insistiam em não permitir. Seus passos lentos se detiveram diante de um portão. Resolveu bater. Demoraram a atender. Afinal, apareceu uma mulher. À primeira vista pareceu-lhe desconfiada e antipática. Teria uns quarenta anos. Havia um carro na garagem. O jardim era pequeno. Ele ofereceu terra à senhora, mas ela disse que não queria. Ele insistiu, mas ela ficou firme em sua decisão. Ele sentiu-se analisado por ela. Em poucas palavras tentou contar-lhe parte de sua vida, mas não adiantou. Resolveu então continuar sua penitência. Mal dera alguns passos e ela chamou-o. Parou. Olhou para ela. E então, aconteceu o que ele não esperava. Aquela mulher que antes pareceu-lhe antipática, agora lhe oferecia alguns pacotes com alimentos. Arroz, açúçar, óleo, feijão, enfim, comida para praticamente um mês. De seus olhos escorreram duas lágrimas. Uma emoção muito forte tomou conta de seu ser. Naquele momento ele se sentiu tocado por uma força superior. Agora ele sabia que havia uma esperança. Hoje ganhara alimentos, mas, amanhã ganharia um emprego e recuperaria sua dignidade.
Teresa Ibañez.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Chica.


Esta é Chica, uma cadela muito querida. Eu a conheço há mais de 10 anos. Durante muitos anos ela veio todos os dias buscar comida no meu portão. Chegava, se batia no portão para que eu soubesse que ela estava ali, comia, bebia e ia embora para sua casa. Quando tinha filhotes, tão logo eles tivessem condições de acompanhá-la, vinha com todos para comer. Depois, creio que davam seus filhotes e lá vinha ela sozinha. Numa das vezes que teve cria uma das filhas ficou morando com ela. Chama-se Chicória. Passou a vir com a mãe também. Aí, as duas tinham cria e vinham com seus filhotes. Um dia falei com a dona delas e levei-as para castrar. Acabou aquele sofrimento. A partir de então vinham: Chica, Chicória, Feijão(este já morreu), Melancia (este também morreu envenenado) e Primo (este às vezes ainda aparece). Ultimamente elas não têm vindo todos os dias. Só algumas vezes. Me afeiçoei muito a elas, mas sei que a mulher que cuida delas gosta muito delas.

Esta é a Chicória. Deve estar com uns 7 anos já.

Artigo do Siegmar


Este artigo foi escrito pelo meu amigo Siegmar e publicado no Estado do Paraná. Parabéns a ele. Gostei muito.
CLIQUE NO TEXTO PARA LER

sábado, 29 de maio de 2010

Toledo, um sonho de cidade.




Toledo é uma cidade a uns 90 km. de Madri. É lindíssima.Em alguns pontos pode-se ver as antigas muralhas, mas hoje é progressista. Tem construções modernas. Foi construída num morro, como a maioria das cidades da época medieval, mas hoje é uma cidade grande, pois espalhou-se ao redor das muralhas. Ao seu lado serpenteia o rio Tajo.
O visual é lindíssimo ao seu redor. Ali encontramos bijuterias típicas de Toledo. Muito bonitas. O turismo é muito bem explorado, com lojas especializadas em souvernirs, restaurantes, etc...

Passear por sua ruas é muito relaxante. Tem-se uma sensação de paz e liberdade incríveis. Adorei Toledo. Na foto acima vê-se ao fundo a casa que foi residência de El Greco, grande pintor.

Estive em Toledo com minha prima Vani em outubro de 2001. Guardamos gratas recordações e com certeza, temos vontade retornar.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Carolina


Esta é Carolina Silvestrin Sánchez Ibañez, minha neta, filha do meu filho Rodrigo e de minha nora Miriam. Ela nasceu em 29 de maio de 2004, portanto hoje está fazendo 6 anos. Ela é linda e muito inteligente. Está cursando o primeiro ano do curso fundamental.Às sextas-feiras, após a aula, ela vem para a minha casa e fica comigo até mais ou menos 10 horas da noite. Gosta muito de conversar, de ajudar a fazer coisas, sejam essas coisas o que forem, ela está sempre pronta para ajudar.
PARABÉNS, CAROLINA, PELO SEU ANIVERSÁRIO.



Esta es mi nieta Carolina, hija de mi hijo Rodrigo y mi nuera Miriam. Ella nasció en 29 de maio de 2004, portanto hace hoy 6 años. É linda y muy inteligente. Esta haciendo el primer año del curso fundamental. A los viernes, después de la escuela, viene a mi casa y se queda comigo astad las 10 horas de la noche, mas o menos. Le gusta mucho hablar y hacer cosas, sean las que sean, ella esta siempre pronta a ayudar.
PARABÉNS A CAROLINA POR SU CUMPLEAÑOS.
Teresa Ibañez

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Alguns quadros de exposição.


Este esteve numa exposição no Shopping Jardim das Américas, em 2001.Junto comigo estava minha prima Ilza Maria Cruz que expôs seus quadros também. O espaço ali no Shopping era muito bom. Nós nos encontrávamos à tarde ali e passávamos um tempo muito gosotoso.

O retrato em grafite é do meu bisavô Ambrósio Bertolini. É a única foto que tenho dele. A partir dela fiz o retrato.

Estas telas estuvieran en una exposición en el Shopping Jardin de Las Americas. Comigo estava tambien mi prima Ilza con sus telas. El espacio era muy bueno y pasavamos un rato muy bueno alli. El retrato en grafite es de mi bisabuelo Ambrósio Bertolini. Yo solo tengo una foto de el y a partir de ella hize el retrato.
Teresa Ibañez.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Artigo do Siegmar


CLIQUE NO TEXTO PAR LER.
Este artigo foi publicado hoje no jornal Estado do Paraná. Foi enviado pelo meu amigo Siegmar Metzner. Parabéns a ele.

Este es un artigo publicado por el periódico Estado do Paraná e que fué mandado por mi amigo Siegmar Metzner. Habla de personas que están en las calles ofreciendo empréstimos a los jubilados con descuento en hoja de pagameiento. Los pobres quedan endividados. Es una vergunza.
Teresa

domingo, 23 de maio de 2010

Minha cadela Vaquinha.


Nesta foto o Rodrigo aparece com a Vaquinha, que está deitada e com a Petúnia, em pé.
Hoje vou falar só da Vaquinha. Ela apareceu, na rua onde moro, em fevereiro de 1976. O meu filho Leonel achou-a na rua. Estava magra, pobre coitada, com uma pata traseira quebrada, muito embora já estivesse cicratizada, mas, seu aspecto era horrível, não tinha dentes, embora já tivesse uns 6 meses. O Leonel queria ficar com ela. No início eu relutei, pois trabalhava e fazia pouco tempo que morava aqui. Tinha medo de deixá-la sozinha o dia todo, mas, por fim, aceitei e ela ficou morando conosco. No início ela pegava toda a roupa íntima que era para lavar e levava no portão da rua. Todos os dias era a mesma rotina, até que eu resolvi colocar a roupa para lavar num cesto, aí ela não podia carregar para o portão. Ela se apegou mais com meu marido. Ninguém podia encostar a mão nele que ela avançava. Mas, também defendia a mim e a meus filhos. Se alguém encostasse a mão em nós ela avançava também. Em 1980 recolhemos o Tonico Bastos, outro cachorro abandonado. Eles se tornaram amigos. A Vaquinha não tinha medo de foguete, coisa que a maioria dos cães têm. Quando ela ouvia um foguete ia correndo para o jardim latindo. Caçava ratos com uma facilidade incrível. Matava-os, mas não os comia. Roía ossos mesmo não tendo dentes. Em 1982 pegamos a Petúnia. Ela adotou-a como se fosse mãe dela. Ensinou a ela não fazer xixi dentro de casa. Estavam sempre juntas. Às vezes brigavam. A Petúnia aprendeu a caçar ratos com ela. A diferença é que a Petúnia os comia. Ui, credo. O Tonico morreu em 1982. Ficaram só as duas.A Vaquinha era louca por chupeta. Ela tinha uma facilidade tão grande para roubar chupeta da boca da menina da minha vizinha que ficávamos admirados de ver. Muitas vezes tinha que compra chupeta para ela.

Nesta foto ela está com chupeta.
Em 1986 percebi que sua barriga estava dura. Levei-a à veterinária e ela me disse que achava que era câncer, mas que eu a levasse a outro veterinário para confirmar. Meu marido levou-a e foi confirmado que era câncer. Havia tomado toda a barriga dela. Ele disse que não valia a pena fazer cirurgia porque ela sofreria muito e morreria do mesmo jeito. Ela viveu dois meses, mas nas última semanas foi muito triste. Ela não podia comer. Tínhamos que colocar leite na sua boca. Sofremos muito com sua doença. Ela morreu dia 21 de agosto de 1986. Foi muito triste para nós e para a Petúnia que estava acostumada com ela. A Vaquinha deixou saudades.
Aqui ela está no colo de meu marido e a Petúnia está no chão.
EN ESPAÑOL
Vaquinha era mi perra. La recojimos de la calle con una pata trasera rota, delgada, sin dientes, pobre estava mui mala. Pero se hizo muy amiga. Ella queria más a mi marido. No dejava que nadie encostase la mano en el. Bueno, nos defendia tambien. La recojemos en 1976.En 1980 recojemos Tonico Bastos, un perro de calle tambien, que vivia muy bien con ella. 1982 pegamos Petúnia, otra perra de calle. Eran três, pero en 22 de otubre de 1982 murió Tonico. Quedaron las dos. A la Vaquinha le gustava biberón y se pudiera quitava de los crios. En 1986 fué detectado un cancer en su barriga. Vivió dos meses, pero los últimos dias fueron muy tristes. Murió 21 de agosto de 1986. Sentimos mucho.
Teresa Ibañez.

Namoro de Dilma x CPMF


CLIQUE NO TEXTO PARA LER

Mandei este artigo para O Estado do Paraná e foi publicado 22/05/2010.
Dia 17 de maio, em entrevista à mídia, a "presidenciável" Dilma Roussef, candidata do PT à Presidência da Repúbilica deixou claro que está de namoro com a CPMF. Lembram da CPMF? A desculpa é a mesma: melhorar a sáude no país. Mas somos testemunhas que durante todo o tempo que pagamos esse imposto a saúde no país era um caos. Aliás, continua sendo. Não será diferente agora, se a "ilustre dama" for eleita e implantar novamente a CPMF.


A saúde continua precária e assim será sempre, com ou sem CPMF. O que mudará, se isso ocorrer, é que pagaremos mais impostos e sobrará mais dinheiro para as cuecas e meias dos políticos corruptos, que, aliás, são denunciados, mas não são punidos, nem devolvem aos cofres públicos o dinheiro que roubaram. Quanto à saúde, nossos políticos não estão preocupados, porque quando um deles, ou familiar, fica doente, têm à sua disposição vagas nos melhores hospitais do país, com os melhores profissionais realizam todos os exames necessários sem despesa nenhuma. Se necessário for, têm até aviões que os transportam para onde for preciso, até para o exterior.

E o povo? Passa madrugadas nas filas dos Postos de Saúde para conseguir uma consulta, que muitas vezes tarda meses. Exames? Ai, ai. É difícil, hein! E agora vem Dilma com essa conversa? Por favor, candidata, respeite a inteligência do brasileiro.


EN ESPAÑOL
Ese artigo escribi para el periódico Estado do Paraná. Fué publicado 22/05/10. Habla de un imposto que la candidata a la presidencia dice que le gusta. Creo que quiere implantalo cuando electa. Ya huvo antes ese mismo imposto con la misma dilculpa; MEJORAR LA SALUD NEL PAIS, pero eso nunca ocurrió. La salud siempre ha sico precaria y no va cambiar ahora. Aqui en Brasil atendimiente medico bueno solo para ricos y politicos. El pueblo muere en las colas de los puestos de salud.
Teresa Ibañez.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Minha mãe Nahyr


Esta é Nahyr Cruz quando pequenina. Eu acho ela uma gracinha. Nasceu em Curitiba, dia 31 de julho de 1911. Quando seu pai morreu ela tinha 8 anos. Foi, com sua mãe e mais 5 irmãos pequenos, morar na Colônia Novo Tyrol, onde sua mãe passou a lecionar. Ali ficou até 1940, quando vieram para Pinhais. Conheceu meu pai Ambrósio Bertolini. Começaram a namorar. Ele era guarda-freios na R.V.P.S.C.
Casaram em 15 de dezembro de 1942, na Igreja do Crito Rei, em Curitiba e, ali naquele bairro mesmo passaram a residir.
Sou a única filha deles. Em 1949 fomos para Ourinhos, SP e ali ficamos até 1951, quando voltamos a Curitiba. Em 1955 fomos morar na nossa própria casa, no Cajuru.Minha mãe lutou muito para que pudéssemos ter nossa própria casa.Costurava roupas de senhoras para ajudar nas despezas. Sempre apoiou meu pai, sendo um esteio na vida dele e minha. Meu pai morreu em 1960. Minha mãe ficou muito abalada, mas continuou lutando para que eu pudesse estudar.Trabalhava numa butique, costurando, para suprir as despezas. Casei e quando meus filhos nasceram ela me ajudou a criá-los. Morreu em 06 de setembro de 1995, deixando muita saudade. Sou grata a ela por tudo que fez por mim.Ela proporcionou-me a oportunidade de ter os empregos que tive e tenho e de possuir o que possuo hoje.

EN ESPAÑOL
Esa és Nahyr Cruz cuando era niña. Yo la veo muy guapa. Nasció em 31 de julio de 1911 e cuando tenia 8 años su padre faleció. Fué con su madre y cinco hermanos pequeños vivir en un pueblo, donde su madre era maestra. Vivió alli astad 1940, cuando vino para Pinhais, otro pueblo donde su madre vino como maestra tambien. En 1942 casó con mi padre Ambrosio y fué morar en Curitiba. Soy la unica hija de ellos. En 1949 fuimos
para Ourinhos, SP. Volvimos a Curitiba em 1951 y fuimos vivir en una casa de mi abuela paterna. En 1955 fuimos vivir en nuestra casa propria. Mi padre murió en 1960.
Mi madre sufrió mucho, pero tuvo coragen para luchar y con poco dinero me hizo estudiar. Costurava ropas de señoras para ayudar en las despezas. Cuando me casé y tuve hijos ella me ayudó a criarlos. Murió en 06 de setiembre de 1995 dejando muchos recuerdos. Soy mucho grata a ella por todo que hizo por mi.
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Viagem à Europa Central


Hoje vou falar um pouquinho da viagem à Europa Central. Cheguei em Frankfurt e peguei a conexão para Praga. É maravilhosa a paisagem.
Muito diferente do que se vê aqui no Brasil. Não que o que se vê aqui não seja bonito. Apenas é diferente.
As fotos são do aeroporto de Frankfurt, chegada em Praga e de Karlovi Vari a uns 120 km. de Praga. É um vale. Fica entre montanhas. Descemos uns 200 metros até chegar ali. É muito bonito. São casas magnifícas ladeando o rio. Ali estiveram: Chopin, Goethe e muitas outras personalidades. São águas termais e o local é muito bonito. Vale a pena conhecer.

Por trás das cortinas.


Este artigo foi escrito pelo meu amigo Siegmar. Foi publicado dia 16 de maio no Estado do Paraná. Parabéns!

domingo, 16 de maio de 2010

Aposentadorias


Este artigo foi publicado dia 15 de maio, no Estado do Paraná. Estou falando sobre a grande piada que são nossos políticos. CLIQUE NO TEXTO E LEIA

EN ESPAÑOL

Ese artigo fué publicado nel Estado del Paraná dia 15 de maio. Habla del chiste que son nuestro politicos. Los diputados no quieren dar aumento a os jubilados, pero dicen que si y mandan un proyecto al senado para el aumento. El senado dice que va conceder el aumento,pues la madre del presidente del Senado le pidió que lo concedera. El Lula tendrá que sancionar o vetar. Pero eso era solo para engañar los tontos, pues, ahora discobriran que cometeran un error en la digitación y por eso el proyecto no podrá ser votado nel senado. Tiene que volver al los diputados. És que ellos piensan que somos todos tontos para creer en ellos. Yo sugiro que hagan un corso de informatica para aprender a usar el ordenador, pues me parece que son incapazes.
Teresa Ibañez

Políticos corruptos


Dia 13 de maio foi publicado no Estado do Paraná um artigo que mandei sobre a corrupção na política. Na realidade, eu vejo a corrupção já no indivíduo antes de ser político. O político corrupto é uma consequência. É aquele indivíduo que já era corrupto. Só a mudança na educação de nossas crianças poderá, talvez, daqui a alguns anos mudar esse quadro no Brasil.
CLIQUE NO TEXTO PARA LER MELHOR.

EN ESPAÑOL
Dia 13 de maio fué publicado nel periódico Estado del Paraná un artigo que enviei sobre la corrupción en la política. És que yo veo la corrupción ya nel individuo antes mismo de ser político. El politico corrupto és una consequencia. És aquel individuo que ya era corrupto. Solo el cambio en la educación de nuestros niños podrá, quizas, de aqui a algunos años cambiar ese quadro nel Brasil.
Teresa Ibañez

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Nonna Rosa.


Esta era minha nonna Rosa Tortato Bertolini.Nasceu em 29 de setembro de 1988. Era filha de Angelo Tortato e Anna Simeonato. Ela casou-se com José Bertolini e teve 8 filhos: Alexandre, Reinaldo (morreu com 14 anos), Judite, Anita e Azelina (gêmeas), Ambrósio (meu pai), Angelo e Lourdes. Quando casou aprendeu a profissão de alfaite com o sogro Ambrósio Bertolini, que era alfaiate na Itália. Ela era uma excelente afaiate. Costurou até bem velhinha. Lembro-me muito bem. Ela costurando e eu perturbando sua paciência. Eu a amava muito e ela tinha muita paciência comigo. Em março de 1960 ela perdeu a filha Judite no dia 6. Uns dias depois morreu um filho da Judite, seu neto também.
Ela ficou abalada, mas em maio desse mesmo ano morreu meu pai, de repente, em Morretes. Ela ficou paralítica. Por dez anos ela não andou. Em 1971 ela começou a andar outra vez. Sempre me dizia que a maior dor que se pode sentir é perder um filho. Em abril de 1971 trouxe-a até minha casa nova para conhecê-la, já que ela podia andar. Quando foi para casa, estava tão feliz que foi contar para as duas filhas que moravam com ela como tinha passado o dia e caiu. Quebrou a bacia e, aí sim, nunca mais andou. Viveu mais um ano. Morreu em 7 de agosto de 1972. Tenho muita saudade dela. Ela era linda. Amo as rosas por seu nome Rosa.
EN ESPAÑOL
Esa és mi nonna Rosa Tortato Bertolini. Hija de Angelo Tortato y Anna Simeonato.Nasció em 29 de setiembre de 1988. Cuando se casó con mi nonno José ella aprendió la profeción de sastre con su suegro y trabajo astad muy maior haciendo ropas de hombres. Era una sastra excelente. Tuvo 8 hijos: Alexandre, REinaldo (murió con 14 años) Judite,Anita e Azelina (gemelas), Ambrósio (mi padre), Angelo y Lourdes. Yo estava siempre con ella. Ella costurando y yo perturbando, pero ella tenia mucha paciencia comigo. Em março de 1960 murió su hija Judite y en el mismo mes su nieto, hijo e Judite. Ella quedó abalada. Pero em maio del mismo año murió mi padre. Ella quedó paralítica. Por diez años no andó. Empezó a andar em 1971. Em abril daquel año la llevé a mi casa nueva para que la conociera. Cuando volvia a su casa contaba a las duas hija que vivian con ella como havia pasado el dia y caió. Rompeó la bacia y no andó más astad murir em 07 de agosto de 1972. Ella era linda y yo amo las rosas porque ella se llamava Rosa.

13 de maio

Hoje, 13 de maio, dia da abolição dos escravos (?), dia de Nossa Senhora de Fátima e dia do aniversário da Ilza, minha prima, parabéns a ela.

Políticos corruptos.


Um país que tem um povo corrupto só pode ter políticos corruptos.
EN ESPAÑOL
És un artigo que mandé para el periódico O Estado do Paraná e fué publicado hoy. Habla de políticos corruptos, cosa comun en Brasil, pero habla que antes de ser político el ciudadano ya era corrupto. No respectava las leies de transito, sonegava impostos, maltratava animales, etc.. Solo con educación para los crios podremos un dia tener políticos serios y un Brasil mejor.

Minha irmã de coração.


Essa é a Vani. Casou com um primo meu, mas divorciou-se depois, porém nunca deixou de fazer parte da família. Sempre cuidou da minha tia Eloyna, sua sogra, como se ela fosse sua mãe.É uma pessoa muito dedicada e prestativa. Eu quero muito bem a ela e digo que ela é minha irmã de coração, já que sou filha única. Agora, recentemente, quando me submeti a uma cirurgia, foi ela quem veio dormir comigo nos primeiros dias, bom, um dia vinha um filho meu, outro dia outro. Ela veio três noites dormir comigo. Nós viajamos para a Itália e Espanha juntas, em 2001. Nessa foto ela está em Firenze. Foi muito legal, porque além de tudo ela é uma ótima companheira de viagem.
Ela tem uma filha maravilhosa como ela, chamada Márcia e um filho chamado Alberto, que mora em Mafra. Tem três netinhas lindas. E, tem todo o meu carinho.
EN ESPAÑOL
Esa és Vani, que fué mujer de un primo mio. Hoy son divorciados pero ella nunca se alejó de nuestra família. Cuidó de mi tia,su suegra y aún, cuidó de mi, ahora, cuando hize la cirurgia. Estuvimos en Italia y España juntas en 2001. Ella és una otima companhera de viajes. Tiene una hija maravillosa como ella, llamada Marcia y un hijo llamado Alberto, que vive en Mafra. Tiene tres nietas lindas. Yo digo que ella és mi hermana de corazón.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Aposentadorias

Que piada! Nossos deputados e senadores pensam que somos todos ignorantes. Cometeram um erro de digitação, por isso o aumento das aposentadorias vai atrasar. Meu Deus! Como são burros! Precisam fazer cursos de informática urgentemente. Como se não soubessemos que isso foi feito de propósito. Assim eles pensam que ficam bem com o povo e com o seu querido governo. Que nojo!
Teresa Ibañez.